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Polícia Civil prende em flagrante homem por matar mulher em Cáceres

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Da Redação

O autor de um feminicídio ocorrido no domingo (28.04), no município de Cáceres (225 km a Oeste), foi preso pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, poucas horas após o crime.  A vítima foi morta a golpes de paulada e facada. 

O suspeito, Sabino Guia da Silva, 52, foi autuado em flagrante por feminicídio. O crime aconteceu na manhã de domingo (28) em uma residência, no bairro Espírito Santo. A vítima, Dilma Maria Ribeiro, 50, foi encontrada pela filha já sem vida, que contou aos policiais que a mãe tinha ido até o local para pegar o dinheiro da pensão dos cinco filhos (cinco, sendo três menores e dois maiores) que teve com o autor.

A vítima estava separada do marido há cerca de 1 ano, pelo fato de ser constantemente vítima de violência doméstica praticada pelo esposo.

Durante diligências diversas pessoas foram ouvidas e logo a Delegacia de Defesa da Mulher de Cáceres conseguiu surpreender o suspeito escondido na casa de familiar no bairro Planalto, em Cáceres. A faca usada no assassinato de Dilma e as roupas do autor, sujas de sangue, foram também apreendidas e serão periciadas.

Conduzido à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Sabino Guia da Silva, foi interrogado pela delegada Juda Maali Pinheiro Marcondes, e confessou o crime.

Para a delegada trata-se de um crime bárbaro e inaceitável, vez que um homem retirou a vida de uma mulher, mãe de 5 filhos, somente porque ela não quis mais conviver com ele. “Sem aceitar a decisão da companheira ele passou a ameaçar a ex-esposa, chegando ao ponto de matar. A Polícia Civil de Cáceres não permitirá que esse tipo de crime fique impune”, disse Juda Maali Pinheiro Marcondes.

O preso encontra-se à disposição da Justiça.

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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