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Cinco pessoas são presas por embriaguez ao volante

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Da Redação

Cinco pessoas foram presas em flagrante por dirigirem sob efeito de álcool neste domingo (21.04), durante blitz da Lei Seca em Várzea Grande. Além disso, uma pessoa foi presa por receptação. A operação integrada ocorreu no km 514 da BR-070, com o total de 90 testes de etilômetros realizados.

Foram lavrados 82 Autos de Infração de Trânsito (AITs), sendo nove pelo Art.165 (dirigir sob influência de álcool), um pelo Art.165-A (recusa de se submeter ao teste) e 72 por outras infrações. Os policiais também recolheram seis Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e removeram 15 carros e cinco motos.

O coordenador do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), tenente-coronel PM Gibson Almeida Costa Junior, destacou o cumprimento do cronograma de operações Lei Seca. “Estamos conseguindo manter um calendário de no mínimo uma operação a cada semana, totalizando quatro por mês. Retomamos a ação em Várzea Grande este ano, a de ontem foi a segunda, antes tínhamos dificuldades de pátio e falta de guincho, mas isso foi resolvido junto à Guarda Municipal”.

Segundo ele, a intenção é ampliar a ação para toda a Baixada Cuiabana de forma constante, visando à redução de acidentes causados por embriaguez ao volante, como o registrado neste final de semana, por exemplo. O pedestre Vitalino Bernardino, de 74 anos de idade, morreu, após ser atropelado por João Carlos Gonzato, que dirigia um caminhão VW de placa MBW-4384 sob efeito de álcool. Ele chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro de Cuiabá, mas não resistiu.

O acidente ocorreu na noite de sábado (20.04), no bairro Nove Esperança I. O motorista fugiu do local sem prestar socorro, mas foi localizado por policiais militares e encaminhado à Central de Flagrantes. Foi constatada embriaguez ao volante (1,07 mg/L no etilômetro) e ele foi autuado por homicídio culposo. Também foi constatado que este mesmo caminhão já se envolveu em ocorrência com condutor supostamente embriagado no dia 08 de abril deste ano.

A operação

A Lei Seca é coordenada pelo GGI-E da Sesp-MT e conta com a atuação da Polícia Militar (PM-MT), por meio do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran); Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) e, nesta edição, da Guarda Municipal de Várzea Grande e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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