Mato Grosso

Revistas na PCE levam a prisão de sete mulheres com drogas destinadas a seis internos

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Sete  mulheres que tentavam entrar com drogas na Penitenciária Central do Estado (PCE) e seis internos receberiam o entorpecente e outros materiais ilícitos foram autuados em flagrante, em ação conjunta de agentes penitenciários e policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

Todos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico e serão encaminhados para audiência de custódia.

As prisões foram efetuadas na tarde de quarta-feira (20.03), após recebimento de denúncias anônimas informando que algumas mulheres fariam a entrada de drogas na PCE, no período de visita. Agentes prisionais e equipes da GCCO efetuaram a prisão de 13 pessoas e apreensão de grande de drogas e chips de aparelhos celulares.

Em revistas na entrada dos visitantes, os agentes penitenciários flagraram Taene Minely Silva com cocaína, escondida em uma vasilha com alimentos. Em ação contínua, equipes formadas por policiais da GCCO e agentes realizaram cerco ao local reservado para a triagem das visitantes e deram início à abordagem às pessoas que ali estavam.

Foram localizadas dezenas de invólucro contendo diversas substâncias entorpecentes, dentre eles pasta base de cocaína, maconha e cocaína pura, além de de chips telefônicos devidamente acondicionados para entrada clandestina no estabelecimento. Parte do material foi dispensada durante as revistas e outra foi localizada acondicionada em bolsas e pertences pessoais.

Com o auxílio de testemunhas, do controle de acesso de pessoas da Penitenciária Central do Estado, e ainda das imagens de monitoramento da unidade prisional, foram identificadas as setes mulheres que tentavam entrar na unidade prisional com os materiais ilícitos, destinados a seis internos da Penitenciária.

Autuados

Taene Minely Silva Soares, Bianca Paixão Rodrigues, Daiani de Campos Souza, Nayara Ramos de Aprinio, Ana Marcia Faustino Lima, Vanessa de Souza Santos, Gisele Falcão, Leonardo Dias Araujo, Adilson Junior Gomes Soares, Robson Gonçalves Moreira, Raphael Sanches De Lima, Francisco Edi Carlos de Lima Mota e Ângelo Alves Machado.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

Publicados

em


O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA