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Presos em Novo São Joaquim suspeitos do latrocínio de taxista de Goiás

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Da Redação

 

Na manhã desta quinta-feira (31.01), policiais do Núcleo da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil de Novo São Joaquim e de Campinápolis (a 488 e 540 km de Cuiabá) prenderam três suspeitos do latrocínio do taxista goiano Francirrênio Cabral Florestinha. Também apreenderam o carro dele, um Chevrolet Prisma.

Cabral era morador da cidade de Quirinópolis, estado de Goiás, e estava desaparecido desde a quarta-feira (30). A informação é que o corpo dele, com diversas perfurações de faca, foi encontrado em um lixão na cidade de Rio Verde.

A prisão de L.S.N., 20, R.R.R., 18, e B.J.R.S., 18, aconteceu na entrada da cidade de Novo São Joaquim, por volta das 10h. A ação teve como ponto de partida informações sobre as características do veículo repassadas pela PM de Nova Xavantina e Barra do Garças.

Os policiais montaram uma barreira na rodovia com o objetivo de abordar o Prisma. Quando foram detidos, os suspeitos negaram participação no crime, mas logo depois, conforme narrativa dos policiais, confessaram o assassinato do taxista. A informação é que eles pretendiam se esconder na região, onde têm familiares.

O local onde ocorreu a prisão dos suspeitos está a mais de 700 quilômetros de Quirinópolis. Os três e o veículo foram conduzidos à delegacia de Barra do Garças.

A Polícia Militar de Goiás agradeceu o empenho da PM mato-grossense em localizar o veículo e prender os suspeitos.

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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