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Projeto piloto é lançado pela PM para acompanhamento de medidas protetivas

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Da Redação

 

O 5º Comando Regional, em Barra do Garças, lançou nesta quarta-feira (09.05) o projeto piloto Patrulha Rede de Frente Mulher Protegida. A iniciativa consiste em efetivar a proteção as mulheres que tem medida protetiva. De início, 10 mulheres nessa condição serão acompanhadas por 30 dias e o trabalho servirá de parâmetro para ajustes  e ampliação do projeto.

Com sede administrativa no 5º CR, a Patrulha funcionará da seguinte forma: o agressor receberá uma única visita de policiais militares capacitados para explicar o que ele não poderá fazer, conforme o judiciário definir. Já as vítimas receberão visitas freqüentes para acompanhamento e confirmação, se de fato, os autores estão cumprindo a medida imposta. Posteriormente um relatório do trabalho será enviado para o Poder Judiciário.

“Antes a mulher que sofria uma agressão era encaminhada para a delegacia, que seguia para o Poder Judiciário deliberar, mas ninguém fiscalizava se as medidas aplicadas contra o agressor eram cumpridas. A maioria delas procurava a Polícia Civil por problemas de descumprimento. O projeto vai fazer essa fiscalização”, explicou a major PM Andreia Vital Costa

Como a região do 5º CR possui muitas mulheres com medidas protetivas, o projeto foi idealizado de forma piloto. “De acordo com uma avaliação de risco, casos graves, foram selecionadas 10 mulheres que serão acompanhadas durante 30 dias. O resultado do trabalho norteará as adaptações, para que, posteriormente, sejam incluídas todas as mulheres que desejarem o acompanhamento da Patrulha Rede de Frente Mulher Protegida”, pontuou a major.

Para o trabalho administrativo e operacional, o projeto conta com quatro policiais militares, sob a coordenadoria da tenente PM Vivianne Silva Metello.

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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