Segundo o Tesouro, os avanços na arrecadação ocorreram por conta do aumento na produção interna e pela elevação do preço internacional do petróleo, que ajuda na arrecadação de royalties.
No mês passado, as despesas totais do governo central subiram 1,6%, também descontada a inflação, a 98,548 bilhões de reais.
Deficit no ano
Nos três primeiros meses do ano, o déficit acumulado do governo central somou 18,297 bilhões de reais, também representando o pior dado para o período da série histórica. Na mesma etapa de 2016, o rombo havia sido de 18,060 bilhões de reais. A meta para este ano prevista no Orçamento é de um rombo de 139 bilhões de reais, o quarto resultado negativo consecutivo e também o segundo pior da história, superado apenas pelo déficit de 155,7 bilhões em 2016.
Para conseguir cumprir a meta do ano, o governo já anunciou forte contingenciamento nas despesas discricionárias, além de medidas de elevação tributária, como o fim da desoneração da folha de pagamento das empresas para dezenas de setores.




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