Mato Grosso
4º BPM retoma a Operação Asfixia em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
O 4º Batalhão de Polícia Militar retomou este fim de semana a Operação Asfixia, com o objetivo de reduzir os índices criminais em Várzea Grande. O trabalho realizado em 2017 a partir de agora perdurará ao longo deste ano e consiste na realização de bloqueio, blitz e abordagens para, como o nome já diz, asfixiar, deter o indivíduo mal intencionado, o contraventor da lei.
A sexta-feira (13.04) marcou o reinício da ação que ocorreu entre as 19h30 e 01h de sábado (14.04). Foram realizadas fiscalizações em 10 locais estratégicos, notificados quatro deles, uma prisão por tráfico de drogas no bar do Churras, onde o suspeito estava com maconha.
Visando a prevenção e redução de delitos foram feitos quatro bloqueios, que resultaram em 27 veículos e 65 pessoas abordadas. A checagem veicular permite identificar se o veículo é roubado. As abordagens, se há pessoas com mandado de prisão em aberto ou com drogas.
A ação conta com equipes do Grupo de Apoio Preventivo (GAP) e apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Bombeiros e Vigilância Sanitária.
Boletins de Ocorrências
É importante que a comunidade local registre os boletins de ocorrências. Eles ajudarão a mapear as regiões com maiores índices criminais e assim nortear as ações da polícia militar. Atualmente os índices em Várzea Grande estão estáveis. Mas as ações são para que os números sejam reduzidos.
Mato Grosso
Réu é condenado a 16 anos por assassinato em Cuiabá
O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou, nesta quarta-feira (30), Thiago Felipe Antunes de Amorim, conhecido como “Cachorrão”, pelo homicídio de Francisco Pereira Gonçalves. A pena foi fixada em 16 anos de reclusão.A acusação em plenário foi sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues, que defendeu a responsabilização do acusado pelos fatos narrados na denúncia.Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), no dia 6 de agosto de 2013, por volta das 00h45, na Rua 05, no Bairro Real Parque, em Cuiabá, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo que resultaram em ferimentos graves e, posteriormente, em sua morte, ocorrida em 18 de setembro daquele ano.O Conselho de Sentença acolheu a tese ministerial e reconheceu a participação do réu no crime, concluindo que Thiago Felipe Antunes de Amorim efetuou os disparos contra a vítima com a colaboração de outras pessoas. Os jurados também afastaram a possibilidade de absolvição.Além disso, foi reconhecida a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Conforme sustentado pela acusação, Francisco Pereira Gonçalves foi conduzido até o local do crime e surpreendido por um ataque repentino praticado pelo réu e por terceiros.O réu não compareceu à sessão de julgamento. Diante da condenação e da ausência injustificada, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira determinou a expedição de mandado de prisão para o cumprimento da pena.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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