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DHPP representa por soltura de investigada em morte de personal em Cuiabá

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Da Redação

 

A Polícia Judiciária Civil, por meio dos trabalhos conduzidos pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) representou pela soltura da custodiada Ane Lise Hovoruski, no último final de semana.

A mulher foi recambiada pela DHPP no sábado (24), da cidade de Foz do Iguaçu (PR) para Cuiabá, após ser presa em cumprimento a mandado de prisão temporária expedida pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá. O caso apura a morte do personal trainer, Danilo Nascimento de Souza Campos, 28 anos, no dia 8 de novembro de 2017, no bairro Duque de Caxias.

A solicitação de soltura de Ane Lise partiu após colaboração da investigada em longo interrogatório, conduzido pela delegada Alana Cardoso, em a conduzida demonstrou ser ameaçada (no passado e presente) pelo ex-companheiro Guilherme Dias de Miranda, 35, que está foragido.

“Inicialmente trabalhávamos com duas possibilidades – dela ter participação no crime e também dela ser vítima. Neste momento, compreendemos que ela não teve participação dolosa no homicídio e que esta sob ameaça do seu ex-companheiro. Diante desse cenário, a DHPP se manifestou pela soltura dela”, explica a delegada.

Além de Guilherme outro suspeito está com mandado de prisão em aberto, Walisson  Magno de Almeida, 27 anos, apontado nas investigações como a pessoa que efetuou os tiros contra a vítima.

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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