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O deputado Dilmar Dal Bosco: Antonio Joaquim usa TCE como “palanque eleitoral”

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Da Redação

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), acusou o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antônio Joaquim, de já se portar na condição de pré-candidato ao Governo em 2018.

Por ora e, em função do cargo que ocupa, Antônio Joaquim tem os mesmos impedimentos da Magistratura e só pode realizar qualquer movimentação partidária caso se descompatibilize do Tribunal, o que deve ocorrer ainda este ano.

Na visão de Dilmar, contudo, o conselheiro já está utilizando o TCE como “palanque eleitoral”.

O deputado insinuou, inclusive, que Antônio Joaquim poderia estar utilizando as dependências do Tribunal até para realizar reuniões políticas.

“Ele já fez várias reuniões, está fazendo reuniões praticamente políticas. Ele é presidente do Tribunal de Contas, no próprio Tribunal acho que ele já fez [reuniões]”, disse.

“O presidente participou de várias reuniões praticamente se colocando como pré-candidato. Em todas os momentos que fala ele se coloca [assim] ou determinados presidentes de partidos o convidam para ser pré-candidato ao Governo do Estado. Esta fazendo, sim, essa movimentação”, afirmou Dilmar.

“Ações pessoais”

Para Dilmar, o presidente estaria ainda realizando ações pessoais no exercício do cargo de presidente.

Um dos exemplos seria o anúncio feito nesta semana por parte da instituição dando conta de ação contra o Executivo para ter acesso a informações sobre exportações do Estado.

“Ele quer aparecer, no meu ponto de vista. Não sei se é um consenso de todos os conselheiros realmente ou uma opinião pessoal dele. Pelo que dá pra entender, é praticamente uma posição pessoal dele”, concluiu o deputado.

Fonte: Midia News

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Naco cumpre 12 ordens por suspeita de fraude em licitações

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) cumpre, na manhã desta sexta-feira (25), 12 ordens judiciais em Pontes e Lacerda (a 483 km de Cuiabá) contra agentes públicos e pessoas ligadas à iniciativa privada investigados por supostas irregularidades em contratos firmados pela Prefeitura entre 2017 e 2024. A operação é coordenada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), que apura possíveis crimes de fraude em licitações, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo a investigação, há indícios de favorecimento da empresa Concretubos Pré-Moldados Ltda. em contratos celebrados com o município. Conforme o Naco, foram identificados sete contratos entre a empresa e a administração municipal. Desses, cinco foram firmados entre 2022 e 2023 e totalizaram cerca de R$ 4,7 milhões. Com a atualização monetária, o valor alcança R$ 5,78 milhões. As investigações também apontaram possíveis vínculos familiares, empresariais e funcionais entre agentes públicos e particulares relacionados às contratações. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também identificaram movimentações financeiras suspeitas. A investigação também identificou a compra da propriedade rural Estância Rancho Fundo I pelo ex-prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Pereira Barcelos. De acordo com a apuração, a negociação previa o pagamento por meio da entrega de 100 cabeças de gado da raça Nelore. Os investigadores não encontraram registros oficiais de movimentação pecuária compatíveis com a transação. As medidas autorizadas pela Justiça incluem mandados de busca e apreensão, acesso a dados telemáticos, quebra dos sigilos bancário, fiscal e financeiro dos investigados, além da indisponibilidade de bens, direitos e valores. A ação conta com apoio da Polícia Civil ( PJC) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Fonte: Ministério Público MT – MT



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