Mato Grosso

Governo constrói aceiros no entorno de área que receberá obra do Jardim Botânico

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A retirada da vegetação é uma estratégia eficiente para evitar o início de focos de incêndios na área

Da Redação

Ação integrada entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT) e Batalhão de Emergências Ambientais iniciou a construção de aceiros mecânicos para prevenir o surgimento de focos de incêndio no entorno da área onde está prevista a construção do Jardim Botânico de Mato Grosso.

A retirada de vegetação é feita com maquinário pesado, sem uso do fogo. Conforme a secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, o Estado está desempenhando o importante papel de investir na prevenção com aceiros em vários pontos estratégicos do estado, incluindo o Pantanal, e a Transpantaneira.
“Esta é mais uma ação preventiva do Governo de Mato Grosso para evitar incêndios, desta vez, na área urbana, e que tanto prejudica a saúde da população cuiabana, e várzea-grandense. O objetivo é eliminar fatores que possam trazer riscos e incêndios florestais nesta área”, explica a gestora. 

– Foto por: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT

Governo do Estado inicia aceiros mecânicos na área do Jardim Botânico
Créditos: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT
Conforme a secretária, a efetivação do Jardim Botânico de Mato Grosso está em fase de elaboração de projeto executivo, e será mais uma obra entregue pelo Governo para ser um espaço de lazer da população mato-grossense. A área que está recebendo os aceiros fica na Avenida Antártica, em Cuiabá.
Com o aceiro mecânico, as equipes formam o que chamam de “linhas de defesa”, uma barreira natural, sem vegetação e biomassa que alimenta as chamas, por onde o fogo não passa. 

Governo do Estado inicia aceiros mecânicos na área do Jardim Botânico
Créditos: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT
Período proibitivo do fogo
A medida antecede o período proibitivo do fogo, que começa no dia 1º de julho em todo o estado, após antecipação em 15 dias por decreto estadual. Com o decreto, fica proibida qualquer atividade de limpeza de pastagem com o uso do fogo nas áreas rurais até 30 de outubro de 2021. O uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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