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Atividades virtuais marcam 113 anos da imigração japonesa no Brasil

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Instituição faz transmissão online do Ofício Budista

Hoje (18) completam-se 113 anos da imigração japonesa para o Brasil. Foi nessa data que o navio Kasato Maru aportou em Santos, trazendo mais de 700 agricultores para as fazendas do interior paulista. Para celebrar o dia, a prefeitura de São Paulo e a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo), juntamente com outras organizações, promovem atividades virtuais.

A Bunkyo fará uma transmissão online do Ofício Budista em Memória dos Pioneiros da Imigração Japonesa e também das vítimas da covid-19. O evento começa às 10h, terá duração de 40 minutos, uma versão reduzida, e será bilíngue (japonês/português). A gravação ficará disponível permanentemente no canal do Youtube da instituição.

A prefeitura de São Paulo promoverá o evento “Celebrando o Japão… 2021”. A proposta da Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz, ligada à Secretaria do Verde e Meio Ambiente, é que as atividades virtuais apresentem exemplos de hábitos e ideias que buscam o equilíbrio sustentável.

A programação terá início às 9h30, com a abertura oficial e, às 10h, o primeiro convidado é o arquiteto Jo Takahashi que falará sobre o tema Conexões. Às 11h, haverá uma sessão de contação de estórias com Lalau Simões e Laura Beatriz, e um dos contos apresentados será Os Japonesinhos. Assim, as lives seguem por todo o dia, com apresentações sobre técnicas construtivas trazidas do Japão, jardim japonês e também gravuras.

A programação pode ser conferida no site da prefeitura de São Paulo.

População

Cinquenta anos após a chegada do navio Kasato Maru, o número de japoneses e descendentes no país somava 404.630 pessoas, conforme informações do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil.

De acordo com a Bunkyo, estima-se que há 3,8 milhões de nikkeis (descendentes) no mundo. O Brasil é o país onde há maior número de representantes, com 1,9 milhão.

A expressão nikkei significa descendentes nascidos fora do Japão, japoneses que vivem no exterior ou ainda simpatizantes da cultura japonesa.

Edição: Graça Adjuto

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

 

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Mato Grosso

Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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