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Max Russi e Rotary Club entregarão 10 academias infantis em sete municípios

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A ação se dará por meio da Caravana da Expansão, que tem a intenção de estender os trabalhos sociais, desempenhados pelo Rotary, a outras regiões mato-grossense

Da Redação

Academias para Primeira Idade (APIs) serão implantadas em municípios de Mato Grosso até o final deste mês. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), se reuniu com representantes do Rotary Club do Estado nesta segunda- feira (14) para definir os encaminhamentos, através da Caravana da Expansão.

 Conforme a governadora do Distrito 4440 do Rotary Club, Brígida Maria Fischer, estão sendo construídos 10 novos espaços em sete cidades – Tangará da Serra, Juscimeira, Cáceres, Jaciara, Chapada dos Guimarães, Tesouro e Vale do São Domingos.  “Estamos aqui, buscando essa parceria que já nos rendeu bons frutos, para que possamos levar esse benefício para o máximo de municípios”, confirmou. 

A ação se dará por meio da Caravana da Expansão, que tem a intenção de estender os trabalhos sociais desempenhados pelo Rotary a outras regiões mato-grossenses. O atual coordenador, o ex-governador do Rotary Club, Washington Calado, explica que a construção das APIs é uma extensão do projeto de implantação das 100 academias da Melhor Idade, que está contemplando 90 municípios, a partir de uma emenda parlamentar na ordem de R$ 2 milhões, articulada pelo deputado Max Russi.

“Esse servirá como projeto piloto, para que futuramente nós possamos selar uma parceria com o poder público, para que possamos instalar as 90 academias da primeira idade restantes”, assegurou. 

O presidente do Parlamento está otimista quanto à expansão do projeto das academias infantis e acredita que as estruturas serão aliadas fundamentais para o cuidado e bem-estar das crianças, principalmente no período pós-pandemia. 

“Será um grande avanço, principalmente por estimular o exercício físico de forma divertida, melhorando a saúde da população desde cedo, combatendo o sedentarismo e a obesidade infantil, ampliando as capacidades motoras, mentais e sociais das crianças”, avaliou. 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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