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“Bom saldo financeiro é resultado de uma gestão transparente e humanizada”, avaliam técnicos contábeis

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Gestão Emanuel Pinheiro atingiu evolução patrimonial de mais de 90% no Fundo Municipal de Previdência Social dos Servidores. Prestação de contas do sistema previdenciário municipal foi apresentado aos membros do Conselho Previdenciário, do Comitê de Investimento e aos representantes sindicais e de associações de classes, nesta terça-feira

Da Redação

A denominada “mão firme” do prefeito Emanuel Pinheiro para administrar Cuiabá vem rendendo bons frutos. Desde que assumiu o comando da Prefeitura de Cuiabá, em 1º de janeiro de 2017, até o final de 2020, Pinheiro conseguiu atingir uma evolução patrimonial de mais de 90% no Fundo Municipal de Previdência Social dos Servidores de Cuiabá – Cuiabá Prev. O patrimônio cresceu de R$ 170.095.867,56 para R$ 327.504.994,08, ou seja, apresentou saldo positivo de R$ 157.409.126,52, fruto de um trabalho atuante e criterioso da Diretoria de Investimentos juntamente com o Comitê de Investimentos e Conselho Previdenciário, com suporte da assessoria econômica e das instituições financeiras que compõem o portfólio de investimentos do órgão.

Davi Valle – Secom Cuiabá

O prefeito Emanuel Pinheiro diz simplesmente que tudo isso é reflexo positivo dos investimentos e esforço geral da equipe de governo. Segundo o gestor, “ninguém faz nada sozinho, e se hoje estamos bem, administrativamente falando, isso se deve ao conjunto de serviços prestados pelos meus colaboradores. Formamos equipe intrínseca para trabalhar pela melhoria da capital e, também, por uma melhor qualidade de vida a seus habitantes. Temos conseguido avançar muito nesse sentido”.

Os resultados e os atos dos primeiros 4 anos de gestão foram apresentados pelo secretário-adjunto especial de Previdência, Fernando Jorge Mendes de Oliveira, aos membros do Conselho Previdenciário, do Comitê de Investimento e aos representantes sindicais e de associações de classes de servidores municipais, na manhã desta terça-feira (8), no auditório da Prefeitura.

Conforme o relatório de gestão, apesar das volatilidades causadas pelo ambiente político instável dos últimos anos e pela pandemia em 2020, o patrimônio do Cuiabá Prev evoluiu em todos os anos observados, com uma média de crescimento no período de 18,03%. A gestão das aplicações adota um perfil mais conservador, com a maior parcela de recursos em fundos de investimentos de renda fixa (83%) e o restante em renda variável. 

De acordo com Fernando Jorge de Oliveira, o objetivo é poupar pensando no futuro dos servidores públicos e trabalhando sempre com pessoas competentes. “Nós tivemos avanços em relação aos nossos investimentos com o trabalho do Comitê de Investimento, que é composto por servidores públicos que são beneficiários do sistema, a maioria deles certificados por entidades autônomas com reconhecimento de capacidade técnica e difusão no mercado brasileiro de capitais. É um trabalho que é feito mensalmente. Nosso comitê se reúne, vê o relatório, acompanha a carteira de investimentos. A gente procura as melhores rentabilidades, instituições sólidas para que a gente não tenha problema de perca”, afirma.

Para José Luís Pacheco, presidente do Sindicato dos Auditores e Inspetores de Tributos do Município, que representa 109 filiados, a gestão do Cuiabá Prev tem sido transparente quanto à divulgação dos dados. “Pelos dados que venho acompanhando todos os anos, é uma coisa que despreocupa um pouco o servidor público quanto ao futuro porque isso aqui é o futuro de todas as categorias, a gente almeja uma aposentadoria em uma instituição que tenha condições de nos dar uma garantia e eu vejo essa segurança no Cuiabá Prev”, afirma. 

José Maria de Assunção, diretor administrativo-financeiro do Sindicato dos Agentes de Regulação e Fiscalização do Município (Sindarf), que serviu ao Município durante 40 anos e há 2 anos está aposentado, assevera que “ao longo dos anos da administração Emanuel Pinheiro, em que o Fernando tem estado a frente do Cuiabá Prev, tem trazido bons resultado para os aposentados”. Ele destaca ainda o reconhecimento dispensado aos aposentados, bem como o pagamento em dia da folha salarial. “Tem pago em dia os nossos salários, muitas vezes paga até antecipado. Além da paridade com os servidores ativos. É muito valiosa hoje a administração do Cuiabá Prev. Minha segurança hoje é total! Não vejo nenhum descontrole no Cuiabá Prev, que tem se consolidado e está em boas mãos”, elogia. 

No início de 2017, o Cuiabá Prev possuía 13.764 segurados, sendo 10.396 servidores ativos, 2.696 aposentados e 672 pensionistas. Já o exercício de 2020 encerrou com 14.780 segurados, correspondendo a 10.539 servidores ativos, 3.454 aposentados e 787 pensionistas. 

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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