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Juca participa de atividades em alusão ao Dia do Meio Ambiente

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Da Redação.
Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB), participou de atividades voltadas à conscientização ambiental.
 
Juca esteve presente em ações do Executivo municipal que tinham como objetivo de promover a educação ambiental, estimular o plantio de árvores para minimizar os efeitos do calor na cidade e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida da população.
 
“Hoje nós fizemos uma pequena parte para colaborar na conservação do meio ambiente, mas se cada um fizer a sua teremos uma cidade mais agradável e com ambiente preservado”, frisou Juca.
 
O vice-prefeito, José Roberto Stopa, destacou a importância da sociedade se unir em busca de uma cidade mais sustentável e arborizada. “Se cada cidadão adotasse uma árvore, arborizasse o seu quintal, com certeza teríamos um clima mais ameno em Cuiabá”, disse.
 
Horto Florestal
 
Seguindo a agenda em referência ao Dia Mundial do Meio Ambiente, Juca esteve no Horto Florestal para prestigiar a exposição “O clamor da Natureza” do artista plástico, Victor Hugo, que aproveitou a oportunidade para solicitar melhorias para o local.
 
“As minhas obras falam sobre a preservação do meio ambiente, dos animais em extinção, me sinto na obrigação de fazer algo pelo Horto Florestal. Agradeço ao presidente pela visita e espero que atenda as nossas reivindicações para que o Horto Florestal fique ainda mais bonito”, disse.
 
Juca parabenizou Victor pelo seu trabalho e destacou que vai dar atenção a solicitação do artista. “O Horto é patrimônio do povo cuiabano, lugar que representa a nossa área verde. Recebi as reivindicações do Victor Hugo e vou cobrar na Câmara. Vamos buscar melhorias, não só para esse lugar, mas para toda a nossa Cuiabá”, afirmou.
Foto: Davi Valle/SecomCBA
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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