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Emanuel mantém aulas presenciais suspensas

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Prefeito também determinou agendamento para atendimento ao público em órgãos municipais

Da Redação

Por meio de novo decreto assinado nesta segunda-feira (31), o prefeito Emanuel Pinheiro prorrogou a suspensão das atividades educacionais presenciais, na rede pública municipal de ensino. Segundo o documento nº 8.447, até o próximo dia 1º de agosto, as aulas de todos os níveis devem ocorrer, exclusivamente, por meio de tecnologia digital e Estratégia de Ensino à Distância – EAD.

Dessa forma, o sistema híbrido ainda não entrará em funcionamento nas escolas públicas municipais. A medida circulará na Gazeta Municipal desta terça-feira (1) e pode ser estendida, considerando o monitoramento da evolução da Covid-19. “Nossas decisões continuam seguindo os embasamentos técnico-científicos, para superar esse momento. Desde o início agimos com responsabilidade e assim continuaremos”, afirma Emanuel.

Além disso, o chefe do Executivo municipal determinou ainda que, até o dia 15 de junho, o atendimento presencial em todos os órgãos públicos municipais ocorra mediante agendamento, sendo sempre observada a capacidade do local e outras medidas de biossegurança como disponibilização de álcool 70%, uso obrigatório de máscara e distanciamento mínimo de 1,5 metro entre uma pessoa e outra.

Somado a isso, os órgãos devem implantar os sistema de rodízio de servidores públicos e colaboradores e de turnos de trabalho, seguindo horários diferenciados de entrada e saída, com o intuito de diminuir o a circulação de pessoas no mesmo local. Também devem adotar manutenção de portas e/ou janelas abertas, visando a constante circulação e renovação do ar natural no ambiente.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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