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VG paga hoje salário de maio; prefeito Kalil determina estudos para a reforma administrativa

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Folha de pagamento do funcionalismo público municipal de VG, com encargos, soma R$ 31,7 milhões e contempla próximo de oito mil servidores

Da Redação

Exortando o compromisso com o funcionalismo público, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat anunciou o pagamento dos salários de maio nesta sexta-feira, 28 de maio, ou seja, de forma antecipada e definiu com a sua equipe econômica um planejamento a ser executado nos próximos anos para a realização de uma reforma administrativa ampla e voltada para corrigir distorções existentes e falhas.

“O servidor público é a mão do Poder Executivo que leva saúde, educação, segurança, social, obras e atendimento para atender as demandas da cidade e de sua gente, por isso, eles são peça fundamental em todo este processo que queremos e vamos implementar de valorização do funcionalismo como um todo”, assegurou Kalil Baracat.

A folha de pagamento da Prefeitura Municipal, da PREVIVAG – Previdência de Várzea Grande para pagamento de aposentados e pensionistas e do Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG) com todos os encargos sociais como determina a lei soma R$ 31,7 milhões e foi liberada antes do final do mês em respeito aos servidores de uma maneira em geral que são essenciais para a manutenção dos serviços e para atendimento a população.

A Secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro, pontuou como fundamental para a própria economia da cidade a circulação dos recursos da folha de pagamento, frisando que esses valores circulando aquecem a economia local e da Baixada Cuiabana e sinalizam para a indústria e o comércio que podem planejar suas compras para serem comercializadas, “pois a quase totalidade dos valores empreendidos no pagamento de salários do funcionalismo geram emprego e renda”, frisou a
secretária.

O prefeito lembrou que a regularidade no pagamento dos salários e compromissos decorre do fato de Várzea Grande cumprir os limites de gastos impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF e isto facilita o controle e principalmente a definição de políticas estratégicas, “pois o interesse final para nós é atender a população com políticas públicas resolutivas e que atendam principalmente aqueles que precisam do Poder Público para ver suas necessidades por saúde, educação, segurança, social e obras contempladas”, frisou Kalil Baracat.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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