Mato Grosso
Administração Penitenciária doa drone à Guarda Municipal de VG
Mato Grosso
Da Redação
A Guarda Municipal de Várzea Grande já dispõe de um drone que será empregado como suporte em operações e outras atividades de segurança pública. O equipamento foi doado pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária de Mato Grosso e faz parte de um total de 49 aparelhos apreendidos – de janeiro a segunda quinzena de maio – somente na Penitenciária Major Eldo de Sá (Mata Grande), localizada no município de Rondonópolis.
“Outros drones já foram doados para a Polícia Militar, por meio do Batalhão Ambiental e a Força Tática de Rondonópolis, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, além de outros órgãos públicos”, explicou o secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves, lembrando que os equipamentos apreendidos pela Polícia Penal estavam sendo utilizados para levar drogas e celulares aos detentos.
O secretário de Defesa Social, Alessandro Ferreira da Silva, disse que a doação do drone vai fortalecer ainda mais a atuação da Guarda Municipal, que desenvolve várias ações e dentre elas, operações que exigem ações estratégicas, sendo o equipamento útil no exercício das atividades.
O gestor comentou ainda que a cooperação entre os órgãos de segurança pública tem sido essencial na efetivação de projetos e ações conjuntas, seja na troca de experiências exitosas ou em ações que concentram um maior esforço entre as polícias.
Já o comandante da Guarda Municipal, Alisson Baracat Salgado, destacou a importância do equipamento para a execução dos serviços realizados pela instituição de segurança municipal. “O drone vai integrar a estrutura da Guarda e será utilizado, especificamente, no apoio das atividades da Guarda Municipal e irá contribuir no aprimoramento do policiamento preventivo e no combate ao crime”.
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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