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Comunidade Centro América receberá asfalto no segundo semestre

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Confirmação aos líderes comunitários foi dada pelo deputado Botelho. Melhorias na infraestrutura é um sonho antigo dos moradores

Da Redação

Mais uma rodada de discussão para a consolidação da pavimentação asfáltica do bairro Centro América, em Cuiabá, foi realizada nesta segunda-feira (17), no gabinete do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM). Ele confirmou aos líderes comunitários o início das obras até o mês de agosto, conforme cronograma do governo.

“Acabei de falar com o secretário [Infraestrutura], que garantiu esse asfalto lá no Centro América, uma parte vai ser feita pelo estado e a outra pela prefeitura. E estamos nessa luta antiga, inclusive, falando para eles, que o governador já autorizou fazer 100% do asfalto no bairro, até agosto deve começar e vamos terminar logo essa obra que há muito tempo está parada”, esclareceu Botelho.  

O presidente do bairro Centro América, Luciano de Campos, agradeceu o intermédio do deputado em defesa das melhorias à comunidade. “Quero agradecer a força que o deputado Botelho está nos dando. O asfalto na comunidade Centro América é um sonho de todos os moradores”.  

Da mesma forma, o vice-presidente do bairro, Vitor Fernandes, reconheceu a parceria. “Agradecemos a atenção do deputado, pois finalmente vai sair o asfalto para melhorar a condições de vida dos moradores e de toda região”, comemorou.

Outra liderança presente na reunião foi Evanildo Rodrigues. Localizada entre os bairros Morada do Ouro e CPA, parte do bairro Centro América sofre com a falta de pavimentação. A obra terá um grande impacto para a valorização e bem-estar da população.-

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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