Mato Grosso
Operação Lei Seca prende sete pessoas e remove 16 veículos
Mato Grosso
A ação ocorreu na rodovia MT-040, Km 06, no bairro Real Parque, em Cuiabá
Durante operação Lei Seca, seis pessoas foram presas por dirigirem sob efeito de álcool, e uma com um mandado de prisão em aberto. A ação ocorreu neste domingo (09.05), na MT-040, Km 06, no bairro Real Parque, em Cuiabá. Em pouco mais de duas horas de operação, foram feitos 74 testes de alcoolemia (bafômetro).
A operação também removeu 13 veículos e recolheu nove Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e dois Cerificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVS).
Entre os demais Autos de Infração de Trânsito (AIT’s), 13 foram por conduzir veículo sem estar licenciado, nove por conduzir veículo sob efeito de álcool e outros seis por outras infrações. No total, foram lavrados 37 AIT’s.
A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada e coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Nesta edição, participaram representantes das Polícias Militar (PM), Civil (PJC) e Rodoviária Federal (PRF), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), e o Serviço de Operações Especializadas (SOE) do Sistema Penitenciário.
Mato Grosso
Botelho defende valorização dos artistas regionais e fortalecimento da cultura
A valorização dos artistas regionais e o fortalecimento da identidade cultural de Mato Grosso estão entre as pautas defendidas pelo deputado estadual Eduardo Botelho (MDB). Ao lado da deputada Janaina Riva (MDB), ele foi autor da Lei nº 11.967/2022, que estabeleceu a obrigatoriedade de destinar parte dos recursos públicos utilizados na realização de eventos culturais à contratação de artistas locais.
A legislação determinou a reserva de, no mínimo, 30% do valor do evento para a contratação de cantores, instrumentistas, bandas e conjuntos musicais regionais, desde que devidamente cadastrados junto à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).
A iniciativa buscou ampliar as oportunidades para os profissionais da música mato-grossense, garantindo maior participação nas programações culturais financiadas com dinheiro público e contribuindo para o fortalecimento da economia criativa no Estado.
“Mato Grosso tem artistas talentosos, que carregam a nossa história, as nossas tradições e a identidade do nosso povo. Nosso compromisso é garantir que esses profissionais tenham oportunidades, reconhecimento e espaço para mostrar seu trabalho. Valorizar a cultura regional também significa gerar emprego, renda e desenvolvimento para o nosso Estado”, destaca Botelho.
A Lei nº 11.967/2022, foi posteriormente revogada pela Lei nº 12.082/2023, sancionada em 18 de abril de 2023. A nova legislação, de autoria de lideranças partidárias, passou a disciplinar a contratação de artistas em shows e eventos musicais financiados com recursos públicos estaduais, inclusive por meio de parcerias e convênios.
A nova regulamentação manteve a diretriz de valorização dos artistas regionais, estabelecendo a destinação de, no mínimo, 30% dos recursos destinados aos cachês artísticos para essas contratações. Também definiu regras para os repasses financeiros, os pagamentos de cachês e a prestação de contas dos recursos públicos utilizados.
Dessa forma, embora a Lei nº 11.967/2022 tenha sido expressamente revogada, a atuação de Botelho na formulação da legislação anterior integra o histórico de iniciativas voltadas à ampliação do espaço dos artistas regionais nas políticas públicas de cultura.
Para Botelho, a valorização da chamada “prata da casa” vai além da presença de músicos locais em festas e grandes eventos. Trata-se de reconhecer a cultura como instrumento de desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação das tradições mato-grossenses.
Cantores, instrumentistas, bandas e grupos regionais movimentam a economia, geram empregos e mantêm vivas as diferentes manifestações culturais do Estado. A ampliação do acesso às contratações públicas pode contribuir para fortalecer carreiras, incentivar novos talentos e criar condições para que os profissionais da arte cresçam em sua própria região.
Ao defender políticas de incentivo à produção artística local, Eduardo Botelho reforça a importância de assegurar que os investimentos públicos também se convertam em oportunidades para os talentos de Mato Grosso.
“A cultura precisa ser reconhecida como parte do desenvolvimento de Mato Grosso. Quando valorizamos nossos artistas, estamos fortalecendo a nossa identidade, movimentando a economia e criando oportunidades para quem vive da arte. Os talentos da nossa terra merecem espaço e reconhecimento”, conclui o parlamentar.
Fonte: ALMT – MT
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