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Ser Família Emergencial é “ganho social e econômico”, avalia Russi

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O presidente da Assembleia Legislativa acredita que benefício também trará fomento financeiro para o estado em cinco meses de vigência

Da Redação

As famílias contempladas com o Ser Família Emergencial já podem utilizar o recurso da primeira parcela para a compra de alimentos.  O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), está otimista quanto aos impactos econômicos positivos para Mato Grosso. “Um verdadeiro alívio para muitas famílias que estão enfrentando dificuldade por conta da pandemia. Com a parcela sendo paga no dia anterior aos Dia das Mães, será possível colocar comida na mesa para comemorar essa data tão especial. Além disso, é dinheiro em movimento pelo comércio, algo importantíssimo para fomentar a economia do estado”, avalia. No fim de semana, o parlamentar participou das entregas em três municípios, da região pantaneira, dois deles com a presença do governador Mauro Mendes (DEM). 

Só em Cáceres, são 5023 pessoas beneficiadas pelo programa de distribuição de renda. “O programa tem vigência de 5 meses e serão quase 4 milhões girando na economia local, só aqui de Cáceres. Um ganho social e, ao mesmo tempo, econômico”, exemplificou Russi. 

A prefeita de Cáceres, Eliene Liberatto (PSB), comemorou a entrega dos cartões e também acredita que a ação trará grande alívio à população vulnerável, principalmente aos que estão em situação crítica.

“Estamos muito felizes em poder proporcionar esse benefício a essas famílias. A nossa imensa gratidão ao deputado Max Russi, que junto à Assembleia articulou para a formatação e execução desse programa com o governo do estado e todos que fazem parte disso”, celebrou.

Alice de Souza (62) é moradora daquele município e tem uma realidade que reflete a de milhares mato-grossenses afetados pelas medidas restritivas de combate ao novo coronavírus. Ela está desempregada há alguns meses e vê no auxílio emergencial estadual uma saída de esperança. 

“Fiquei sem emprego, minha situação e de minha família não está fácil. Com esse auxílio nós ganhamos força para seguir, dar uma respirada”, destacou. 

Na entrega do Ser Família Emergencial,  que aconteceu no sábado (8), em Santo Antônio de Leverger, 850 beneficiários receberam seus cartões. Já em Poconé, foram distribuídos 2217, conforme a primeira-dama e secretária de Gestão Social, Joelma Pontes, que também acompanhou a distribuição, junto ao prefeito Tatá Amaral (DEM). 

“Muitas famílias vulneráveis dentro do nosso município e isso veio dar uma dignidade de vida a essas famílias. Para o comércio local é muito importante, pois são aproximadamente 300 mil fomentando nossa economia. São mais de 1 milhão e 600 investidos em nosso município”, avaliou. 

Ser Família Emergencial – O benefício financeiro tem vigência de 5 meses e foi concedido por meio de parceria com a Assembleia Legislativa. Ao todo, estão sendo aplicados  investimentos na ordem de R$ 45 milhões nesse programa, sendo R$ 35 milhões dos cofres do estado e R$ 10 milhões disponibilizados pelo Legislativo, relativos à devolução de parte do duodécimo.

Para o presidente da Casa de Leis, a união entre Executivo, Legislativo e o olhar social da primeira-dama, Virgínia Mendes, tem sido fundamental para a prática das políticas públicas sociais.

“São 141 municípios, com famílias que estão precisando muito de auxílio financeiro. E o resultado positivo vem da união entre Estado, Assembleia, olhar social da primeira-dama Virgínia Mendes e toda a equipe da Assistência Social. Ver essas famílias recebendo esse auxílio alegra o nosso coração”, ressaltou.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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