Mato Grosso
Prefeitura vacina trabalhadores do transporte coletivo nos dias 10 e 11
Mato Grosso
Da Redação
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), começa a vacinar nesta segunda-feira (10), os trabalhadores do transporte coletivo, dando continuidade à campanha “Vacina Cuiabá – sua vida em primeiro lugar”, de imunização contra a Covid-19. O prefeito Emanuel Pinheiro, na semana passada, a anunciou o novo grupo para vacinação e, mais uma vez, reiterou o compromisso com à população. “Não medimos esforços para imunizar nossa população. Sonho dia e noite com esse momento. A Prefeitura de Cuiabá vem ampliando os polos de vacinação, à medida que recebemos novas doses de imunizante. Também aderimos ao consórcio para compra de vacinas. A gestão Emanuel Pinheiro não medirá esforços pela população cuiabana”.
Cerca de 800 trabalhadores residentes de Cuiabá, serão imunizados na segunda e terça (11), no polo de vacinação do Sesc Balneário, região do Osmar Cabral, das 9h às 15h. A categoria faz parte do grupo de pessoas em vulnerabilidade social, cujo lançamento da imunização, de forma simbólica, ocorreu na último dia 3, no Palácio Alencastro, com a vacinação de 11 representantes das seguintes profissões: catadores de recicláveis, carroceiros, motoristas do transporte coletivo e garis (tanto da coleta quanto da varrição de rua).
Por serem pessoas em extrema vulnerabilidade social e também por conta da exposição ao coronavírus, muitos sem acesso à internet, a aplicação da vacina ocorrerá por meio de listas e não pelo cadastro no site da campanha Vacina Cuiabá. Eles também não precisarão ir até um dos cinco polos de vacinação, mas serão atendidos em seus locais de trabalho.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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