Mato Grosso
“Mato Grosso será o Estado que mais vai crescer no Brasil nos próximos 10 anos”, avalia empresário
Mato Grosso
Para ele, as ações tomadas pelo Governo de Mato Grosso possibilitaram aos empresários apostarem no futuro promissor do Estado.
Da Redação
Ao assinar o seu terceiro contrato de concessão rodoviária nesta quinta-feira (06.05), dessa vez entre Governo de Mato Grosso e o Consórcio Via Brasil MT-246, o empresário João Garcia Couri Neto avaliou positivamente a atual gestão do Estado ao proporcionar aos demais empresários do país um cenário de confiança e credibilidade.
Para ele, as ações tomadas pelo Governo de Mato Grosso possibilitaram aos empresários apostarem no futuro promissor do Estado. O Consórcio Via Brasil MT-246 foi o vencedor do leilão do lote 2, o maior lote de rodovias colocado em concessão, referente a 233,2 quilômetros, das rodovias MT-246, MT-343, MT-358 e MT-480, nos trechos de Jangada a Itanorte.
O contrato soma R$ 3,103 bilhões e os investimentos a serem aportados pela concessionária na malha rodoviária está estimado em R$ 815 milhões. Além desse contrato, o Consórcio Via Brasil já é o responsável por duas concessões, das MT-320 e MT-208, em Alta Floresta, e da MT-100, em Alto Taquari.
“Esta é a terceira concessão que a Via Brasil assume hoje no Estado. A Via Brasil crê que Mato Grosso será o Estado que mais vai crescer no Brasil nos próximos 10 anos. Temos convicção disso. Estamos aqui um pouco mais de tempo e conhecemos a força desse governo, do corpo gestor e acreditamos em tudo que foi colocado aqui hoje, na capacidade condutiva da equipe que participa dessa concessão”, afirmou o empresário ao assinar o contrato de concessão.
João Garcia Couri avaliou ainda que as concessões são uma solução de futuro para estados como Mato Grosso, de grande extensão territorial e em pleno desenvolvimento econômico. “As concessões são caminhos para o desenvolvimento e conversam plenamente com aquilo que o governo está se propondo: fazer com que Mato Grosso, de fato, seja a promessa da potência que ele tem hoje na infraestrutura e naquilo que o Estado necessita para alcançar tudo aquilo que almeja. E estamos aqui para contribuir com isso”, reforçou.
Com mais de 23 anos de atuação na área de infraestrutura e 12 anos na área de concessões, o empresário também destacou a lisura e transparência do Governo de Mato Grosso na condução dos processos de concessão, que totalizam 512,2 quilômetros repassados à iniciativa privada, em um total de três lotes.
Além do contrato de concessão com o Via Brasil MT -246, também foram assinados os contratos referentes ao lote 1, entre Tabaporã e Sinop, junto ao Consórcio Via Norte Sul e soma R$ 1,6 bilhão. Estão previstos investimentos de R$ 267 milhões em serviços de conservação, recuperação, manutenção e implantação de melhorias em 138,4 quilômetros da MT-220.
Já o contrato relativo ao lote 3, entre Primavera do Leste e Paranatinga, foi assinado junto ao Consórcio Rota dos Grãos e soma R$ 1,9 bilhão. Serão realizados investimentos de R$ 365 milhões em uma extensão total de 140,6 quilômetros da MT-130.
“Mato Grosso, de fato, está se propondo a fazer algo diferente, com a figura de verificador independente, com um marco regulatório importante, com a cobrança para que o contrato de concessão entregue para a população aquilo que se espera. Mas também uma abertura ao diálogo visando que o empresário tenha uma relação tratada na medida do bom senso, daquilo que precisa ser entregue”, encerrou o empresário.
Ao todo, os contratos de concessões somam mais de R$ 6 bilhões e os investimentos previstos para serem aplicados diretamente na melhoria da malha rodoviária são de cerca de R$ 1,4 bilhão. Somente em tributos municipais serão recolhidos R$ 300 milhões e gerados mais de 5 mil empregos diretos com essas concessões que, atualmente, já compreendem 1,8 mil quilômetros de rodovias estaduais em Mato Grosso.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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