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Emanuel determina que viaduto passe por melhorias em acabamento

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Da Redação
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, realizou uma vistoria no final da tarde desta quarta-feira (5), no novo viaduto Murilo Domingos – localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Av. Beira Rio) –  e solicitou  para a empresa responsável pela obra que realize alguns reparos constatados. Sendo eles:  recapeamento  nas vias ao em torno do viaduto e reparos na pista de rolamento. Sendo assim, foi estendido mais quatro dias o prazo para a entrega desta  grande obra de mobilidade urbana. 
“Como programado, estamos aqui no final da tarde desta quarta-feira, no lindo e imponente viaduto Murilo Domingos,  fazendo a última vistoria para entrega. Entretanto, a obra na gestão Emanuel Pinheiro é obra de excelência e de qualidade total. E nessa vistoria, percebi que falta terminar e melhorar acabamento, como alguns buracos ao em torno, pista de rolamento precisando ser finalizada com mais segurança e com mais qualidade. Então, não precisa de  pressa e desespero para entregá-la. Perguntei à empresa e aos secretários envolvidos sobre  quanto tempo precisam para terminar estes últimos detalhes com total qualidade. Eles pediram 48h, mas eu dei quatro  dias. Então será segunda, dia 10 de maio, às 18h, será a entrega definitiva desta grande obra”, avisou o gestor.  
A obra, localizada na Avenida Manoel José de Arruda (Av. Beira Rio). O viaduto é batizado de Murilo Domingo em homenagem ao ex-prefeito de Várzea Grande e ex-deputado federal por Mato Grosso, falecido aos 78 anos. Além da atuação política e comercial, exerceu um papel fundamental no campo ambiental. Murilo foi uma das primeiras lideranças políticas a levantar discussões e promover ações concretas de preservação do Rio Cuiabá.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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