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Mais de 6 mil famílias de Rondonópolis recebem cartões de auxilio emergencial do Governo de MT

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Os cartões do ser famílias também foram entregues para as famílias carentes de Alto Araguaia e de Alto Garças

Da Redação

O Governo do Estado entregou mais de 6,3 mil cartões do Ser Família Emergencial para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social, em Rondonópolis. A cerimonia de distribuição dos documentos foi realizada nesta terça-feira (04.05).

Os cartões do ser famílias também foram entregues para as famílias carentes de Alto Araguaia e de Alto Garças. Em todo o Estado, serão mais de 100 mil famílias atendidas com uma renda de R$ 150 por cinco meses. O auxílio financeiro foi implementado após pedido da primeira-dama Virginia Mendes, ao governador Mauro Mendes.

Famílias como a do senhor Vanderlei dos Santos, que depende de ajuda por conta da saúde precária. “Estou há quase 8 anos doente e dependendo de ajuda. Tendo que gastar muito com remédio. Esse dinheiro é muito importante para a minha família. Eu agradeço muito à Deus e esse governo. Que continue sempre com esse propósito porque tem muita gente precisando.”.

A secretária de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho, destacou a importância do programa para as pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza. “Nós estamos atendendo as pessoas que mais precisam. São família que ganham até R$ 70 reais per capita, inclusas no Cadastro Único da Assistência Social. O governo do Estado tem feito a sua parte, não só na saúde, mas também na Assistência Social”. 

Jana Pessôa

Ela ressalta os olhares de gratidão que tem recebido das pessoas contempladas com o auxílio. “Nós temos nos emocionado, porque muitas pessoas choram ao receber o cartão. Para quem não tem renda, o auxilio é extremamente importante. Porque vai garantir uma boa cesta básica”, disse.

O prefeito do município, José Carlos do Pátio, destacou a parceria com o Estado na entrega dos cartões. “O Estado e os prefeitos estão criando instrumentos para propiciar essa melhor qualidade de vida para a população. Esse é o nosso propósito e esse é mais um gesto propositivo. Por isso não resta dúvidas sobre a importância do programa. Nós temos em torno de 5% da população na extrema pobreza e está vindo a imigração do Nordeste para cá. São famílias que precisam de ajuda”.

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado Sebastião Rezende, agradeceu a primeira-dama do Estado por idealizar o programa. “A primeira-dama tem um papel fundamental na execução do Ser Família Emergencial. A Assembleia disponibilizou R$ 10 milhões de reais para esse programa para ajudar a atender as 100 mil famílias. Isso é grandioso”.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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