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Nova superintendente da CEF visita Emanuel e reafirma parceria

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Secretários municipais de Governo, Luís Cláudio de Castro Sodré e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, participaram da reunião

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu na tarde desta segunda-feira (3), no Palácio Alencastro, visita de cortesia da nova superintendente da Caixa Econômica Federal Marina Aguilera recém chegada a capital.

“É com grata satisfação que recebo a visita da primeira mulher a assumir a superintendência da entidade financeira, sendo essa importante parceira da Prefeitura em projetos para nossa estimada Cuiabá, tendo como exemplo a revitalização do Mercado do Porto e a maior obra estruturante de nossa cidade, o Contorno Leste”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Agradecida pela receptividade, a superintendente Marina Aguilera reiterou a parceria que já vem sendo firmada com o Executivo municipal. “Tenha a mesma confiança prefeito. O trabalho que já vinha sendo desenvolvido entre a Prefeitura e Caixa Econômica terá continuidade. Estamos à disposição para contribuir no que for preciso”, afirmou Marina. “Cuiabá está muito bem administrada”, complementou. 

Estiveram presentes à reunião o superintendente Executivo de Governos da Caixa, Adriano Moura e os secretários municipais de Governo, Luís Cláudio de Castro Sodré e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo.

Davi Valle

Durante a reunião, o prefeito fez o convite para a superintendente para a entrega e inauguração da obra de revitalização do Beco do Candeeiro, na próxima segunda-feira (10), às 18h30.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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