Política
STJ nega rever decisão do Tribunal da Lava Jato sobre manter Moro nos processos
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Defesa do ex-presidente recorreu ao ministro Felix Fischer para que ele alterasse decisão do TRF-4, que não acolheu argumento de que magistrado é suspeito para condenar petista no caso triplex
Da Redação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva um pedido de revisão da decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que considerou que o juiz federal Sérgio Moro não é suspeito para julgar o petista.
O pedido foi feito no processo em que Lula foi condenado por Moro a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso triplex do Guarujá. No dia 8, o STJ publicou decisão do ministro Félix Fischer negando o Agravo em Recurso Especial movido pela defesa, que pedia reavaliação da decisão do Tribunal da Lava Jato – a segunda instância de Moro.
Fonte: Estadão
Foto: Reprodução / Estadão
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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT
A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.
A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.
De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.
Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.
A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.
Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.
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