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Criminoso estupra vizinha por 12 horas é preso em flagrante em Sorriso

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Da Redação

A Polícia Civil de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá), prendeu em flagrante no ultimo sábado (17.04), um homem apontado como autor de crime de estupro e cárcere privado ocorrido durante a madrugada no município. O suspeito, de 21 anos, é vizinho da vítima e a manteve refém por quase 12 horas enquanto praticava os abusos e agressões.

As diligências iniciaram após a vítima, de 25 anos, comparecer à Delegacia de Sorriso, visivelmente abalada e com vários hematomas pelo corpo para comunicar o crime. A comunicação ocorreu logo após ser libertada pelo agressor.

Segundo as informações, o suspeito pulou o muro da sua casa por volta de meia noite e meia,  e em posse de uma faca a ameaçou, agrediu fisicamente e obrigou a vítima a manter relações sexuais no período em que permaneceu dentro da residência.

Além do abuso sexual, a vítima foi agredida com socos, tapas e mordidas, a todo tempo sendo ameaçada com a faca. O suspeito ainda filmou a vítima e disse que publicaria os vídeos nas redes sociais, caso fosse denunciado.

O suspeito manteve a vítima em cárcere até 11 horas deste sábado (17), momento em que ela conseguiu convencê-lo de que não iria o denunciar e que deveria liberá-la.

 Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Delegacia de Sorriso, coordenada pelo delegado José Getúlio Daniel iniciou as diligências em buscas do suspeito, conseguindo realizar sua prisão em flagrante.  O suspeito foi flagrando com a motocicleta da vítima no estacionamento de um supermercado da cidade.

Ele foi conduzido à Delegacia de sorriso e após ser interrogado foi autuado em flagrante pelo crime de estupro.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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