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Max: Trabalhos marcam prevenção à imunização da população de MT

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Da Redação.

Buscando intensificar ainda mais as ações voltadas para o combate e prevenção da pandemia do coronavírus, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi já atuou visando atender as demandas de várias categorias que mesmo durante a pandemia, continuam exercendo as suas funções.

As indicações para trabalhadores fazerem parte dos grupos prioritários de vacinação, como os professores das redes pública e privadas de ensino, dos Policiais e Bombeiros Militares e Policia Civis foram apresentadas pelo parlamentar.

Os atendentes de supermercados, frentistas e agentes funerários, são trabalhadores que fazem parte das indicações do deputado Max, para também serem incluídos nos grupos prioritários de vacinação contra a covid-19.

“Trabalhadores da Assistência Social, Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes Comunitários de Endemias (ACE), e trabalhadores que realizam a coleta de lixo, são pessoas que estão em constante atividades, em vários lugares, atendendo e dever ser vacinados o quanto antes”, ressaltou Max

Pessoas que passaram pelo procedimento de transplantes, também fazem parte da indicações para o grupo de prioritários de vacinação, apresentada pelo presidente da Assembleia.

Desde o princípio da pandemia, em 2020, quando Max ainda atuava como primeiro secretário da Assembleia, que as suas atuações foram de encontro com as necessidades e prioridades da população.

Além das atuações de prevenção e combate, o deputado está atuando para que a Casa de Leis colabore ainda mais na missão de imunização da população, vacinando o maior número de pessoas, em menos tempo.

Foto: Secom-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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