“Na esperança”

 “Wellington”: sem União Brasil só resta Bolsonaro

Enfraquecimento é inevitável para o PL, com afastamentos das principais lideranças do UB em Mato Grosso

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Política

Foto: Agência Senado

“Lanterna dos Afogados”: relatos históricos, apontam que há muitos anos, quando a energia elétrica não era predominante, pescadores ficavam perdidos ou naufragados no mar, tinham como orientação, as mulheres nas praias fazendo sinalizações com lanternas, um fecho de luz mostrando o caminho da sobrevivência.

Desta forma, sem o apoio da maioria dos integrantes do maior partido do estado de Mato Grosso, União Brasil, em uma caminhada desfalcada ou até mesmo solitária, pode até atender, se for o caso, a demanda do PL nacional, mas como dizem na região, “caititu fora do bando, vira comida de onça”.

“Na escuridão da imensidão no mar, a luz das lanternas na praia, era esperança de sobrevivência daqueles que estavam morrendo afogados”.

Com a iminência da redução no poderio eleitoral, sem UB, o senador Wellington Fagundes (PL) deve passar por dificuldades, para prosseguir com os planos de reeleição ao Senado da República, neste sentido, acatar a reivindicação do nacional, para ter representante na disputa pelo governo do estado, com objetivo de fomentar as propostas do pré-candidato a reeleição, pode ser a “luz da lanterna orientada” pelo presidente, Jair Bolsonaro.

Coincidência ou não, a semana tinha começado agitada com a inauguração do Diretória do União Brasil, em Cuiabá, porém no mesmo dia, praticamente um “balde de água fria” foi jogado em muita gente, com a declaração do governador, Mauro Mendes informando que definição sobre reeleição seria só em agosto. Para complicar ainda mais o cenário da disputa eleitoral estadual, o UB confirma a pré-candidatura à Presidência da República, com Luciano Bivar.

Pronto, foram acontecimentos que fizeram muitos “flaps” serem acionados, para reestruturação de rotas, já que algo de errado não está certo, e para sobreviver da vida pública, é necessário o desenvolvimento de novos planos e estratégias, do contrário será mais um a integrar apenas dados históricos da política em Mato Grosso.

 

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Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030

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O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.

Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.

A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.

Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.

Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.

Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.



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