"Planejamento"

Wellington propõe plano de desenvolvimento sustentável para Cáceres e região sudoeste

Senador quer que Sudeco inclua na Lei Orçamentária recursos que suportem a criação e implementação do Plano

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Foto: Agência Senado
O senador Wellington Fagundes (PL-MT) protocolou, na Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), um ofício solicitando a elaboração e assinatura de um termo de cooperação para que a Sudeco implemente, na região de Cáceres, um Plano de Desenvolvimento Sustentável da Região Oeste de Mato Grosso.
Segundo ele, o processo de desenvolvimento de Mato Grosso começou exatamente pela região Oeste, por meio da Hidrovia Paraguai-Paraná, mas que esse local foi abandonado anos depois. “E justamente por estar situada na faixa de fronteira e ter importância geopolítica, a cidade de Cáceres, município pólo da região, deve estar contemplada no âmbito dos programas federais de desenvolvimento voltados para essa finalidade”, argumentou o Senador.

As cidades circunvizinhas, a serem atingidas positivamente pelo Plano de Desenvolvimento, são: Porto Esperidião, Mirassol D’Oeste, Glória D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Curvelândia, Araputanga, Indiavaí, Figueirópolis D’Oeste, Lambari D’Oeste, Rio Branco, Salto do Céu, Reserva do Cabaçal, Jauru, Vale de São Domingos, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista D’Oeste, Nova Lacerda, Comodoro, Campos de Júlio e, também, Sapezal.

“Tudo isso compõe o consórcio Cidepan, Consórcio de Desenvolvimento da Região do Pantanal ou Consórcio Nascentes do Pantanal. Lá, nós temos a BR-174 e também a BR-070, que integram toda a região com a Bolívia, um país vizinho. E esta região carece, sim, de um processo de desenvolvimento”, explicou Fagundes.

Cabe destacar que, há mais de 30 anos, se fala na Zona de Processamento de Exportações de Cáceres, que daria início a esse processo de melhoria da região. “Mas nós sabemos que não será só a ZPE que irá promover o desenvolvimento”, completou o parlamentar, em discurso da tribuna do Senado Federal.

Segundo ele, o ofício foi feito em parceria com o Governo de Mato Grosso, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e da Associação Mato-grossense de Municípios – AMM, juntamente com o Consórcio de Municípios da Região Oeste de Mato Grosso.

“O objetivo é construirmos um Termo de Cooperação e criarmos um Grupo de Trabalho com objetivo de dar um diagnóstico preciso das necessidades da região, bem como criar um comitê gestor que desenvolva inúmeros projetos, priorizando iniciativas locais que melhor refletem o interesse econômico e social dos municípios envolvidos”, completou.

Wellington quer que o Grupo de trabalho tenha representantes políticos e técnicos de instituições que já demonstraram interesse em investir nesta melhoria social e econômica, quais sejam, além da AMM, do Consórcio de Municípios e do Governo do Estado: a Frente Parlamentar em Defesa dos Municípios, do Congresso Nacional; a Universidade Federal de Mato Grosso; o Instituto Federal de Mato Grosso; o SEBRAE; a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso; e representantes da sociedade civil e do setor produtivo.

O senador também pediu à Sudeco que inclua, na discussão do Projeto de Lei Orçamentária para 2023, enviado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, recursos que suportem a criação, implementação, manutenção e posterior avaliação do Plano de Desenvolvimento Sustentável da Região Oeste de Mato Grosso.
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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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