“Entrave”

“Wellington”: Pedra no sapato de Bolsonaro

Vários integrantes do grupo que defende a reeleição do presidente em Mato Grosso vão contra o projeto Wellington.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Antes parecia que era apenas uma questão regionalizada dos integrantes da “Baixada Cuiabana”, mas hoje, pelo que tudo indica, a disseminação do distanciamento do grupo tido como “Bolsonarista”, representando aqueles que apoiam a reeleição do presidente da República, aumenta cada vez mais com aproximação do período eleitoral, quando se refere em apoiar a pré-candidatura do senador, Wellington Fagundes.

Segundo dados de fontes ligadas aos agentes políticos, que estão acompanhando os pré-candidatos e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, são dois fatores fundamentais que estão colaborando, e potencializando o afastamento de determinados grupos ao nome do pré-candidato a reeleição para o Senado.

No primeiro, as cogitações apontam que devido a vida pregressa ao longo dos 40 anos na política, foram acumulando resquícios, seja político, econômico, social e jurídico, que somados e revelados, vão na contramão daqueles que optaram por mudanças efetivas, seja no perfil e ações do próximo representante do povo no Senado da República, colocando um basta na “era mais do mesmo”.

Como também, a movimentação das peças orquestrada pelos regentes do “Agro”, responsáveis pelas maiores riquezas que impulsionaram o desenvolvimento da maioria dos municípios considerados ricos em Mato Grosso, devido a grande produção de grãos, inviabilizando assim, qualquer tipo de intenção, que venha se indispor contra a “locomotiva” correspondente ao equilíbrio da balança comercial nacional.

Colocando assim, tudo em “pratos limpos”, é correto afirmar que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, ou até mesmo, “quem pode mais, chora menos”. Sendo ou não uma questão de honra, a vitória do seu apadrinhado, o cenário político está ficando cada vez mais complicado, sem a confirmação de apoio do governador, Mauro Mendes, e como também a falta de exclusividade do presidente, Jair Bolsonaro, os dias de “céus de brigadeiros”, estão se transformando em verdadeiras “tempestades”, para o pré-candidato, Wellington Fagundes.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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