Madrinha Nacional do Parajiu-jitsu

Virgínia Mendes consegue emenda federal de R$ 1 milhão com o deputado Nelson Barbudo

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Política

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, nesta terça-feira (17), recebeu o deputado federal Nelson Barbudo e sua esposa, a vereadora de Alto Taquari Vânia Regina, em seu gabinete na Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF), para tratar de parcerias e projetos. Na oportunidade, o parlamentar garantiu uma emenda no valor de R$ 1 milhão para investimentos na Associação Mato-grossense de Jiu-jitsu Paradesportivo (AMTJJP), sob a liderança do presidente da Federação Brasileira de Jiu-Jitsu Paradesportivo (FBJJP), Elcirley Silva.

Reconhecida nacionalmente como Madrinha do esporte paradesportivo e idealizadora do programa SER Família Inclusivo, Virginia Mendes agradeceu ao deputado pela sensibilidade e apoio aos paratletas. “Fiquei sem palavras e muito emocionada com a atitude do deputado Nelson Barbudo. Ele tem acompanhado as ações das quais participo; isso é motivador. Toda minha gratidão aos meus afilhados e seus familiares”, agradeceu Virginia Mendes.

O deputado Nelson Barbudo, que faz parte deste projeto juntamente com a primeira-dama Virginia Mendes afirmou que é um dever enquanto cidadão e parlamentar. “Vi que a senhora é madrinha do Parajiu-jitsu, e eu sei da importância que eles têm em precisar de recursos para tocar aquela entidade tão maravilhosa, e eu quero empenhar essa emenda para que a senhora possa ajudá-los, em seu nome, a tocar os projetos que representam Barra do Garças a nível nacional. Portanto, pode contar comigo para que eles tenham mais tranquilidade para trabalhar com segurança”, garantiu Nelson Barbudo.

A Federação Brasileira de Jiu-Jitsu Paradesporto, com sede em Barra do Garças, atende os alunos em parceria com a Academia Gracie Barra. Atualmente, mais de 850 famílias são beneficiadas com os treinamentos. A disciplina é diferenciada porque os alunos com deficiência interagem com pessoas que não têm deficiência.

“Meu propósito, juntamente com o presidente da federação Elcirley Silva e o secretário da Secel David Moura, que têm nos dados todo suporte necessário por meio do Governo do Estado, é atrair investidores para o nosso estado e expandir esta oportunidade ímpar a todos os municípios mato-grossenses”, ratificou Virginia Mendes. “‘Nada sobre nós sem nós'”, acrescentou.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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