EM BRASNORTE
Vídeo do escândalo: Servidor é exonerado e auxiliar de sala de aula é investigada por sexo em secretaria
O gestor explicou que servidor tinha apenas acesso à repartição por ser vinculado à secretaria
Política
ATUALIZADA ÀS 08h03 – Quanto aos dois Servidores Públicos da Educação do município de Brasnorte (579 km a noroeste de Cuiabá), e que tiveram vídeo íntimo “vazado” em redes sociais nesta quinta-feira (15), cujas imagens mostram eles nitidamente em ato sexual, em uma das salas da secretaria, o servidor contratado foi exonerado do cargo e uma sindicância foi aberta para apurar a conduta da servidora efetiva.
Conforme informações obtidas através do secretário de Educação de Brasnorte, Jonatas Ferreira de Melo, sabe-se que a servidora é auxiliar de sala de aula. Ela responderá a Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), para apuração da conduta dentro das dependências públicas.
O gestor explicou que servidor tinha apenas acesso à repartição por ser vinculado à secretaria, mas foi desligado do cargo após o ocorrido.
No vídeo, percebe-se nitidamente que os servidores fazem sexo em uma das salas da secretaria, onde é possível ver quadros de políticos que possuem relevância ao município. Os nomes dos envolvidos não foram revelados.
À mídia local, o secretário ainda lamentou o ocorrido e afirmou que a secretaria é composta por pessoas honradas e que prezam pelo ambiente profissional e ético. Ele disse que espera que o caso sirva de exemplo para que os funcionários tenham condutas adequadas no exercício de suas funções.
Em nota, o secretário Jonatas Ferreira de Melo, afirmou que as medidas administrativas já foram tomadas. Veja nota na íntegra:
“A Secretaria Municipal de Educação vem, por meio desta nota, reforçar os valores éticos e morais para com os espaços destinados ao serviço público e prédios administrativos. Desta forma, repudiamos integralmente a postura inadequada dos servidores que agiram contra os valores adotados por toda a prefeitura municipal e, sendo assim, comunicamos que as providências administrativas já foram tomadas com a exoneração imediata de um servidor comissionado e a abertura de sindicância para com a servidora concursada, tendo em vista o comportamento impróprio em vídeo recente que circula nas mídias sociais”.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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