FUTURO JÁ PRESENTE
Vice-governador de MT e equipe da Nova Rota do Oeste debatem projetos rodoviários em Rondonópolis
“O foco dessa ação governamental é a restauração da rodovia e da iluminação. Queremos criar um escape da Serra São Vicente e melhorar a fluidez do fluxo no ‘trevão’ com mais acessos”, informou o presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos
Política
O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, acompanhado do presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, e equipe da concessionária no Paço Municipal, reuniram-se ontem (20) com o prefeito de prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, para avaliarem os projetos rodoviários visando aumentar a segurança de condutores e pedestres.
Pivetta considera estratégicos os projetos que o governo elaborou para preparar Rondonópolis para mais avanços futuros. Salientou que o município, particularmente sua sede, hoje se constitui num dos orgulhos progressistas de Mato Grosso, reconhecido nacionalmente e no exterior.

ASSESSORIA
“Essa travessia é uma das prioridades, pois vem garantir a segurança das pessoas, tendo em vista o fluxo intenso de veículos pesados. O governo federal enrolou essa obra durante décadas e décadas, e o Governo do Estado resolveu então assumir a administração dessa concessionária. Estamos com todos os recursos alocados junto ao BNDS. Agora é tocar os empreendimentos que, à primeira vista, além de audaciosos, pareciam utópicos”
Pivetta afirmou ao prefeito de Rondonópolis que as perspectivas para MT continuam alentadoras não apenas na região Sul, mas em todo o território.
“A realidade vigente nos quadrantes do Estado é 100% promissora, e demonstra, de forma cabal, que o governo estadual quer o melhor para os municípios. Quer dotá-los de uma infraestrutura compatível às demandas. No geral, isso forma corrente de força em todo o território mato-grossense, notabilizando-o de forma ascendente, ano após ano”.

Crédito: Ednilson Aguiar
A equipe da concessionária responsável pela trecho da rodovia BR-163/364 em Mato Grosso apresentou ao titular da Prefeitura de Rondonópolis os projetos das futuras obras que pretendem executar. No geral, elas compõem um complexo de melhorias, trazendo maior conectividade de Rondonópolis com outros municípios.
“O foco dessa ação governamental é a restauração da rodovia e da iluminação. Queremos criar um escape da Serra São Vicente e melhorar a fluidez do fluxo no ‘trevão’ com mais acessos”, informou Santos.
Também fez questão de registrar a proatividade do prefeito Cláudio, que, enquanto deputado, já vinha solicitando isso para a população da região do Sul. “Temos o compromisso de entregar uma rodovia mais moderna, mais eficiente, mais restaurada e com mais segurança”.
PERIGO LETAL NA RODOVIA
Rondonópolis cresceu nas proximidades da rodovia, e atualmente registra alto tráfego urbano, com moradores atravessando a BR para acessar outras partes da cidade. Isso requer uma atenção maior para garantir a proteção dos condutores e em especial de motocicletas, segundo Cidinho Santos.
“O Governo do Estado de Mato Grosso vai fazer com celeridade essas obras”, confirmou Pivetta ao falar do Viaduto do Trevão e demais projetos entabulados no segmento rodoviário..
O chefe do Executivo municipal – destacou – realizou forte articulação objetivando a construção de um viaduto no ‘trevão’. Para tanto, buscou apoio do Governo do Estado e do governo federal; inclusive esteve em Brasília na última semana.
“É Rondonópolis com um pé no futuro, bem acelerada. Uma notícia maravilhosa, posto que se trata de uma obra extremamente essencial. Agradeço ao governo estadual, na pessoa do vice-governador Otaviano Pivetta, e aos demais parceiros. Essa visita e confirmação dessa obra é só alegria. É mais um motivo pra gente continuar trabalhando”, declarou o prefeito Cláudio Ferreira.
Fonte: Danna Belle – Gabinete de Comunicação
Política
Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.
O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.
A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.
Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.
Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.
A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.
Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Critérios para concessão também foram questionados
Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.
Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.
Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.
Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.
A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.
Câmara poderá derrubar veto
Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.
O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.
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