CUIABÁ

Vereadora Maysa Leão toma posse definitiva para a 20ª Legislatura

O mandato de Maysa Leão segue até dezembro de 2024.  Ela agora também faz parte de algumas comissões formadas na Casa de Leis, sendo eleita por unanimidade entre os pares, presidente da Comissão das Pessoas com Deficiência, Comissão da Mulher (membro), Comissão da Indústria e Comércio (membro), além de ser primeira suplente na Comissão Orçamentária, e na Comissão de Ética.

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Política

Divulgação: SECOM CÂMARA DE CUIABÁ
A vereadora Maysa Leão (Republicanos) foi empossada em caráter definitivo, nesta quinta-feira (02), na Câmara de Vereadores de Cuiabá. Ela é primeira suplente e ocupa a vaga renunciada pelo ex-vereador Diego Guimarães (Republicanos), para assumir o pleito como deputado estadual na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
A cerimônia foi realizada durante a 1ª Sessão Solene de instalação da sessão legislativa (20ª Legislatura).
“É com grande alegria que componho o grupo de mulheres vereadoras na Câmara e espero um dia ainda ver mais delas ocupando espaços como este. Na minha vida as coisas não vieram de forma fácil e a política traz grandes desafios. Estamos a serviço da população e temos que lutar incansavelmente por nossas bandeiras”, salientou a vereadora.
Em outubro do ano passado, a parlamentar reassumiu o cargo na Câmara de Vereadores de Cuiabá, substituindo o vereador Marcos Paccola (Republicanos), que teve o mandato cassado.
O mandato de Maysa Leão segue até dezembro de 2024.  Ela agora também faz parte de algumas comissões formadas na Casa de Leis, sendo eleita por unanimidade entre os pares, presidente da Comissão das Pessoas com Deficiência, Comissão da Mulher (membro), Comissão da Indústria e Comércio (membro), além de ser primeira suplente na Comissão Orçamentária, e na Comissão de Ética.
Da Assessoria
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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