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Vereador defende que debate sobre gratuidade para PCD´s seja ampliado para o Executivo

O vereador Johnny Everson (PDT) defendeu o direito do acesso de pessoas com deficiência (PCD´s) em eventos socioculturais

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Política

Assessoria Parlamentar
O vereador Johnny Everson (PDT) defendeu o direito do acesso de pessoas com deficiência (PCD´s) em eventos socioculturais e sugeriu a ampliação do debate com o Executivo, durante Audiência Pública no Plenário das Deliberações do Legislativo Municipal nesta segunda-feira (10.10). A discussão com a Prefeitura seria para garantir o subsídio necessário aos empresários do setor.
A fala foi feita durante a discussão da alteração na lei nº 6.605, que dispõe sobre passe livre cultural que garante acesso gratuito em eventos socioculturais às pessoas com deficiência. Johnny Everson defendeu que o município também deve ajudar os empresários para garantir a inclusão.
“É obrigação do Estado dar subsídio para que os PCD´s participem de toda sociedade de forma integral, inclusive educação, esporte e cultura e garantir a acessibilidade no sentido mais amplo que o termo representa. Mas é imperativo ampliar a discussão com o executivo, para criar dispositivos que incentivem os realizadores de evento, e sejam cada vez mais inclusivos. Que não se prenda a percentual, para que todos tenham acesso e usufruam desses direitos, mas que o empresário não pague sozinho essa conta. O Poder Executivo precisa se apresentar e participar dessa discussão.”, afirmou o vereador do PDT.
Da Assessoria
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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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