CUIABÁ

Vereador afirma que prefeito pegou a saúde com pessoas nos corredores do Pronto-Socorro

“Era um verdadeiro estado de guerra, uma Faixa de Gaza, e hoje temos o maior hospital público, que é o HMC. A saúde de Cuiabá não é todo esse caos que a oposição tenta apresentar”, destacou.

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Política

Assessoria Parlamentar
Contrário à intervenção na saúde e a prorrogação da mesma, o vereador Luís Cláudio (PP) destacou que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) pegou a gestão, no primeiro mandato, com pacientes internados nos corredores do antigo Pronto-Socorro, em situação desumana.
“Era um verdadeiro estado de guerra, uma Faixa de Gaza e hoje temos o maior hospital público, que é o HMC. A saúde de Cuiabá não é todo esse caos que a oposição tenta apresentar”, destacou.
Ele disse também que já se posicionou contra a intervenção de forma setorizada, pois o gestor municipal administra uma parte da prefeitura e a maior pasta fica sob comando de outro ente da federação, além disso, traz discussões políticas de cunho eleitoral.
“A gente vê deputados federais indo para frente de UPAs já prevendo candidatura, trazendo pleito de 2024 para 2023, de que a intervenção é a solução. Mas as pessoas lá na frente vão ver quem mais fez pela saúde de Cuiabá e acredito que foi a gestão Emanuel Pinheiro”.
Sobre a audiência pública promovida pelo deputado federal Abílio Brunini (PL) que foi suspensa e seria realizada na Câmara Municipal, o vereador Luís Cláudio faria a ponte com a Prefeitura de Cuiabá para debater a pós-intervenção.
“Vou tratar isso com o deputado. Como houve a prorrogação da intervenção até dezembro, não vejo como tratar pós intervenção neste momento, talvez lá por novembro ou dezembro. Não vejo problema algum do município fazer parte da discussão de como será a saúde da capital em 2024”.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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