CONGRESSO NACIONAL
Veja quais senadores tomam posse nesta quarta-feira; quatro são ministros
O Senado é composto de 81 parlamentares. Cada estado e o Distrito Federal têm três representantes na Casa. As bancadas são renovadas de quatro em quatro anos, de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 senadores (um terço do total) e, na seguinte, 54 parlamentares (dois terços).
Política
Os 27 senadores eleitos em outubro tomam posse na próxima quarta-feira (1º), às 15h, no Plenário da Casa. Os mandatos são de oito anos e vão até fevereiro de 2031. Entre os empossados, cinco foram reeleitos e quatro ocupam cargos de ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Na tabela abaixo, clique na região e depois no nome do senador para saber mais sobre ele).
Senadores eleitos

ALAN RICK
UNIÃO

OMAR AZIZ
PSD

DAVI ALCOLUMBRE
UNIÃO

BETO FARO
PT

DR. HIRAN
PP

PROFESSORA DORINHA
UNIÃO
O Senado é composto de 81 parlamentares. Cada estado e o Distrito Federal têm três representantes na Casa. As bancadas são renovadas de quatro em quatro anos, de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 senadores (um terço do total) e, na seguinte, 54 parlamentares (dois terços).
Neste ano, a renovação é de um terço das cadeiras. Dos 27 senadores que tomam posse, cinco já exercem mandato na Casa e foram reeleitos em outubro: Davi Alcolumbre (União-AP), Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSD-BA), Romário (PL-RJ) e Wellington Fagundes (PL-MT).
Outros quatro eleitos foram nomeados ministros de Estado em 1º de janeiro e devem se afastar temporariamente das funções no Poder Executivo para assumir formalmente os mandatos no Legislativo. São eles:
• Camilo Santana (PT-CE), da Educação;
• Flávio Dino (PSB-MA), da Justiça e Segurança Pública;
• Renan Filho (MDB-AL), dos Transportes; e
• Wellington Dias (PT-PI), do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome.
De acordo com a Constituição, o parlamentar que assume cargo de ministro não perde o mandato no Congresso Nacional. Logo após serem empossados como senadores, os quatro devem retornar aos ministérios e deixar as cadeiras na Casa com um dos suplentes de cada chapa.
Camilo Santana tem como suplentes Augusta Brito (PT) e Janaina Farias (PT). No caso de Flávio Dino, as suplentes são Ana Paula Lobato (PSB) e Lourdinha (PCdoB). A cadeira de Wellington Dias deve ficar com Jussara Lima (PSD) ou José Amauri (Solidariedade). Os suplentes de Renan Filho são Fernando Farias (MDB) e Adélia Maria (PV).
Compromisso
A sessão preparatória da próxima quarta-feira está marcada para as 15h, quando os senadores eleitos devem prestar o compromisso de posse: “Prometo guardar a Constituição Federal e as leis do país, desempenhar fiel e lealmente o mandato de Senador que o povo me conferiu e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
O senador eleito que não comparece à sessão preparatória tem 90 dias para tomar posse, prazo que pode ser prorrogado por mais 30 dias. Se o titular da chapa não assume formalmente o cargo nesse período, considera-se que ele renunciou ao mandato. Nesse caso, o primeiro suplente é convocado para ocupar a vaga.
Uma vez empossado, o senador tem algumas prerrogativas asseguradas no Regimento Interno da Casa. Entre elas:
• examinar documentos no Arquivo;
• requisitar providências para garantia das suas imunidades;
• frequentar a Biblioteca e utilizar livros e publicações;
• frequentar o Senado só ou acompanhado;
• receber os Diários Oficiais do Senado Federal, do Congresso Nacional e da União.
A Constituição, por sua vez, impõe algumas restrições ao parlamentar a partir do ato de posse. Caso incorra em alguma destas hipóteses, ele pode perder o mandato:
• ser proprietário, controlador ou diretor de empresa que mantenha contrato com pessoa jurídica de direito público;
• ocupar cargo ou função de confiança em pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público;
• patrocinar ação na Justiça contra aquelas entidades; e
• ser titular de mais de um cargo ou mandato público eletivo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Política
Dia Nacional do Livro convida reflexões sobre o incentivo à leitura
Por Priscila Mendes
Uma viagem filosófica pelo espaço, que reflete sobre o apego material como “princípio do fim”. A canção “Busca Vida”, da banda Os Paralamas do Sucesso, composta por Herbert Vianna em 1996, lembra o clássico livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.
Misturar música e literatura, assim como mesclar outras artes é comum. Em “Amor, I Love You”, de Marisa Monte, um fragmento do romance “O Primo Basílio”, do escritor português Eça de Queiroz em 1878, ficou famoso pela narração de Arnaldo Antunes.
Para marcar o Dia Nacional do Livro, instituído pela Lei Federal número 5.191 de 1966, a Rádio Assembleia conversou com fazedores de literatura em Mato Grosso.
A data celebra a criação da primeira biblioteca brasileira — a Real Biblioteca, criada em 29 de outubro de 1810, quando o acervo da Real Biblioteca Portuguesa foi transferido para o Rio de Janeiro, então capital do país, por decreto de Dom João VI. Após a Proclamação da República, em 1889, o espaço cultural passou a ser chamado de Biblioteca Nacional.
A atriz, escritora e narradora de histórias Alicce Oliveira bem sabe misturar expressões artísticas para prender a atenção dos ouvintes.
Com técnicas teatrais, canto, sonoridades, ela conta histórias que valorizam as culturas, por meio de lendas e memórias muitas vezes esquecidas.
Incentivar o interesse pela leitura é um dos objetivos do Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca de Mato Grosso, instituído em 2022, por meio da lei 1.820, aprovada aqui na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
No entanto, o Plano ainda demanda de implementação. Maria Teresa Carracedo, editora da Entrelinhas, reflete sobre tal demanda para o mercado editorial de Mato Grosso.
De toda maneira, um ponto é consenso entre todos os fazedores de literatura do Estado: é necessário incentivar a produção mato-grossense. Lorenzo Falcão, jornalista, escritor e um dos membros da Academia Mato-grossense de Letras, destaca:
Então, se a proposta é incentivar a literatura do Estado, que dialoga também com outras artes, vamos encerrar essa reportagem com um trecho da poesia “Enluarados”, de Luciene Carvalho, presidenta da Academia Mato-grossense de Letras. A obra compõe o CD Centelha, musicado por Ebinho Cardoso.
Confira matéria completa no áudio acima.
Fonte: ALMT – MT
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