“Milhares de eleitores”

Várzea Grande de muitos votos sem um representante na AL

Há cerca de uma década, que a “Cidade Industrial” não tem representante filho da terra no parlamento estadual.

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Política

Foto: SECOM-VG

A expectativa para este ano, é que Várzea Grande ultrapasse a casa dos 200 mil eleitores, devido aos jovens que irão votar pela primeira vez, somados aos títulos transferidos, quantidade de sobra para ter no mínimo cinco representantes na Assembleia Legislativa, deputados trabalhando para atender a demanda da população.

Neste ano, é uma oportunidade dos eleitores decidirem em quem depositar sua confiança através do voto, assim, como acontecem em outros municípios, aqui não seria diferente, se não tivesse tantos votos pulverizados.

Acontece que neste período de pré-campanha, muitos atravessam as pontes que liga a cidade, falando que fizeram isso, indicaram aquilo, destinaram outros, mas viver a realidade do município, não é apenas passar por ele.

Nos últimos anos, os deputados com a maior quantidade de votos em Várzea Grande não moram na cidade, não vivenciam o dia a dia, ou seja, a cidade serve para eleger, mas não serve para morar.

Foto: Fablício Rodrgiues/ALMT

Como um político que não convive com a população do São Matheus; Cristo Rei; Jardim Imperial; Alameda; Passagem da Conceição; Bonsucesso e Chapéu do Sol, por exemplo, pode representar este povo? Será que isso deve ser um dos principais fatores que a segunda maior cidade do estado, padece por falta de um dos itens básicos para sobrevivência humana, a falta de água.

Pelo que tudo indica, o eleitor vai rever os seus conceitos, essa história de representantes das cidades do norte e sul do estado, cada um chega igual lambari, abocanhando um pouquinho de voto aqui, ali, e depois trabalhar apenas pela sua região, o povo de Várzea Grande não vai aceitar mais.

Hoje, com a popularidade das redes sociais, os eleitores estão cada vez mais informados e atentos, tendo condições de separar a manobra da realidade, iludido é aquele político que tem como estratégia enganar o povo, desta forma, como na última eleição muitos foram surpreendidos, nesta, vários ficaram decepcionados e perguntando, onde foi que errei? É só olhar as respostas nas redes sociais.    

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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