“Manda quem pode”
União Brasil sem PP e PSD rumo as eleições 2022 em Mato Grosso
“Amigos, amigos, negócios à parte”, assim, é a tendência das movimentações das peças na corrida eleitoral
Política
Muitos falam daqueles que estavam presentes, debatendo os próximos passos na corrida eleitoral no estado de Mato Grosso, em uma reunião promovida pelas principais lideranças do partido União Brasil, e seus aliados, porém algumas ausências, ou presença esporádica, demonstraram que nem tudo é o que parece, pelo contrário, “algo de errado, não está certo”.
Pelo que tudo indica, boa parte da base aliada ao governo do estado, compareceu na reunião, seguindo as diretrizes do comandante do Palácio Paiaguás, mas por outro lado, segundo informações de fontes ligada aos políticos, nem tudo saiu como esperado, já os integrantes do PP e PSD, quando compareceram, não compactuaram com as propostas apresentadas, seguindo outros caminhos, ainda não sabe porque causa, circunstância ou razão.
Pelo que tudo indica, o União Brasil em Mato Grosso segue irrestritamente apenas com o PSB, do deputado Max Russi pré-candidato a reeleição, apoiando a pré-candidatura da Dr. Natasha Slhessarenko ao Senado da República, já que o MDB, mesmo contado com algumas lideranças, entre elas a deputada estadual, Janaina Riva e o deputado federal, Carlos Bezerra, existe por exemplo, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que vai contra este projeto.
As informações de fontes dos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o PP e o PSD, representando o “AGRO” em Mato Grosso, possuem interesses que vão muito além do que seguir os caminhos de “coadjuvantes”.
Pelo que tudo indica, o teor de uma cartilha não está indo de encontro com os interesses da partitura do “maestro”, ou tudo não passa de uma “cortina de fumaça” e “balão de ensaio”, do contrário, se não for na palma da mão daquele que sabe, o embate promete ser embalado por “labaredas” com duras punições aos revoltosos.
Como diz o “Aracuã do Pantanal”, ainda há muito por acontecer até o período das convenções.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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