“Pré-candidatura para presidente”
União Brasil deixa Wellington Fagundes na “lanterna dos afogados”
Com projetos adversos na nacional, composição entre PL e UB em Mato Grosso fica inviável.
Política
O que dava ares de um sonho, mais parece um pesadelo com as últimas notícias, porém, ainda existe uma luz no fim do túnel, assim desenvolve a caminhada do senador, Wellington Fagundes (PL), com a expectativa de ter o grupo do partido União Brasil, apoiando a sua reeleição ao Senado da República, por Mato Grosso.
Em poucas horas, um verdadeiro “tornado” passou nos projetos do pré-candidato ao Senado, se por uns instantes estava até participando da inauguração do Diretória do Partido União Brasil, em Cuiabá, horas depois é “assombrado” com a confirmação da pré-candidatura do deputado federal, Luciano Bivar, à Presidência da República.
Com esta confirmação, a tendência é que o partido tenha representatividade nas principais disputas eleitorais da região, como ao cargo de governador, senador e deputados estadual e federal, projetos que inviabilizam as atuais prospectivas de WF.
Neste sentido, a prevista união entre o PL do senador, Wellington Fagundes que defende a reeleição do presidente, Jair Bolsonaro, com o União Brasil, das lideranças como o governador, Mauro Mendes, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, senador Jayme Campos entre outros “desabou”, “caiu por terra”.
“Resta saber, como vão ficar aqueles políticos do UB, que já tinha declarado apoio para reeleição de WF, vão contra do partido? ”.
Teoricamente, hoje, o UB de Mato Grosso terá que seguir a pré-candidatura para presidência de Luciano, apresentar um nome para concorrer ao governo do estado, como também para o Senado, deixando o nome de Wellington de fora da sigla.
“Do limão são feitos sucos, doces e até caipirinha, só depende quem vai manusear a fruta”.
Mas nem tudo está perdido, segundo informações do “Aracuã do Pantanal”, agora, o senador vai ter condições de sair candidato ao governo do estado, assim como já tinha sido cogitado no início do ano, após a filiação do presidente, Jair Bolsonaro no PL.
De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a composição do grupo para uma eventual disputa pelo Palácio Paiaguás, já vinha sendo desenhada, devido à falta de confirmação nas disputas eleitoral por determinadas lideranças do UB, formando um “time de peso”, além do apoio do presidente da República, Wellington contaria com a deputada estadual e sua nora, Janaina Riva, como também, com os prefeitos das duas maiores cidades do estado, Emanuel Pinheiro por Cuiabá, e Kalil Baracat de Várzea Grande.
“Wellington de pré-candidato ao governo, com José Roberto Stopa de vice, já se houve ecoar na região”.
Pelo que tudo indica, se o “chão fugiu aos pés” de Wellington nas últimas horas, ele ainda tem a opção de pegar a “lanterna”, iluminar novos caminhos, fazer novas composições e partir para o embate, ainda mais se confirmar a reviravolta com a iminência da desistência.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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