“Wellington”

Tudo por um presidente

Especialistas apontam que candidaturas irão surgir, ainda mais de última hora, mas consistência com reais chances de disputar para ganhar o governo do estado

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Política

Foto: Assessoria/Senado

Assim como foi publicado na imprensa nacional, o senador Wellington Fagundes cedeu a todas exigências para viabilizar o ingresso do presidente, Jair Bolsonaro no Partido Liberal (PL).

Wellington relatou que uma das exigências é para os integrantes não apoiarem os adversários do presidente, na próxima disputa eleitoral, caso confirme a filiação no PL, porém, ainda resta a esperança que com a filiação, o partido busque candidatura própria nas próximas eleições ao Governo do Estado de Mato Grosso.

Existe até um filme com um título semelhante: “Espera de um milagre”, já que informações de bastidores apontam para um relacionamento positivo, entre o presidente da república, Jair Bolsonaro com o governador, Mauro Mendes, o que estaria colocando em risco qualquer possibilidade de viabilizar uma candidatura adversária.

Desde quando surgiram as primeiras cogitações da filiação do presidente, Jair Bolsonaro no PL, que os ânimos foram alterados no cenário na política no estado, com propósito de viabilizar vários nomes, para disputar desde as cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, como também, na Câmara Federal, Senado e Presidência da República.

De acordo com informações de frequentadores dos corredores da Assembleia Legislativa, Palácio Paiaguás, Palácio Alencastro, entre outras instituições, a busca por um candidato que venha fazer verdadeiramente frente, a possível candidatura a reeleição do governador, Mauro Mendes, ainda segue a base de interrogações, dependendo de terceiros, sem formar grupo, o que inviabiliza componentes para ingressar em um planejamento estratégico.

Especialistas apontam que candidaturas irão surgir, ainda mais de última hora, mas consistência com reais chances de disputar para ganhar o governo do estado, apenas um agente político tem em Mato Grosso, que já afirmou nos quatro cantos que não será candidato ao governo.

A previsão da debandada é grande, antes mesmo da confirmação da filiação do presidente na sigla, muitos já até declaram que vão sair do partido que estão, buscando novos ninhos, ou até mesmo, simplesmente seguir Bolsonaro.

Ainda existem aqueles velhos discursos, de que campanha se fala apenas em ano eleitoral, mas desta vez, as falas não condizem com os comportamentos, mostrando que muitos já estão atrasados, e terão que correr muito para ao menos não façam feio.

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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