"Pega o banquinho"

Troca inevitável: o povo não vive de discurso, sem serviços prestados, adeus é certo

Para tornar o ambiente ainda mais dramático, ainda existem outras possibilidades, como parlamentares que podem disputar outros cargos, abrindo assim, um leque de opções, tanto para quem está dentro e quer continuar, como também, para quem está fora e quer entrar

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Política

Da Redação.

 

Segue fluxo das tratativas, reuniões, acertos e cobranças de compromissos, assim os alinhamentos para formação dos grupos, que vão apoiar a candidatura dos pretensos deputados, rumo à Assembleia Legislativa em 2022, está ficando cada vez mais acirrada.

Dados de cientistas políticos, apontam que a renovação para próxima legislatura, vai ser igual ou até maior dos 13 membros que foram substituídos em 2018.

Desses 13 novatos, as cogitações de retornos são muito baixas, em muitos casos considerados como mínimas, já que desta vez, a onda esperada que impulsionou a entrada de muitos na última eleição, já não tem a mesma força, sem falar do desempenho, que terá o resultado da avaliação popular, na somatória dos votos em 2022.

Dos veteranos, além dos desgastes normais, provocado pela continuidade dos mandatos, ainda tem as intervenções  da Justiça, que podem alterar drasticamente o cenário da disputa eleitoral, já que ninguém quer deixar seu grupo abandonado, “se não tiver condições de sair candidato, alguém receberá a herança eleitoral, já que o grupo está formado”.

Para tornar o ambiente ainda mais dramático, ainda existem outras possibilidades, como parlamentares que podem disputar outros cargos, abrindo assim, um leque de opções, tanto para quem está dentro e quer continuar, como também, para quem está fora e quer entrar.

Os primeiros esboços já começam ser apresentados, claro que com muitas variáveis, maximizando os lados positivos e minimizando os negativos. Certo é que, desde as mudanças de partidos, que já possuem várias “danças das cadeiras”, até o desenvolvimento de outras metas e objetivos, estão movimentando agentes políticos desde Câmara Municipais e Federal, Prefeituras, Secretarias do Governo do Estado de Mato Grosso, até mesmo o Senado da República.

Pelo que tudo indica, para quem fez e está fazendo o “dever de casa”, independentemente de sua função e cargo exercido, público ou privado, já tem ao menos um quesito positivo, para pleitear a vaga na disputa, agora, aqueles que ainda insistem em seguir na “velha estrada política”, apenas com discursos, promessas e histórias infundadas, com atividades que beneficiam apenas a si e seu grupo, já podem preparar a bagagem, porque a mudança é será certa.  

 

 

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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