ELEIÇÕES 2024

Tribunal Eleitoral registra menos candidaturas em comparação ao ano de 2020

O prazo final foi às 18h00 da última quinta-feira (15)

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Política

Foto: Agência Brasil

Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu menos pedidos de candidatura em comparação ao ano de 2020. Nas eleições de 2024, são 10.831 candidaturas, distribuídos pelos 142 municípios de Mato Grosso, um diferencial de 2.020 em relação há quatro anos.

O prazo final foi às 18h00 da última quinta-feira (15), mas é possível que os números sofram atualização por conta do sistema do TSE. O partido União Brasil está com o maior número de candidatos no pleito deste ano.

O total é de 65% é do gênero masculino e 35% do feminino, os mesmos percentuais de quatro anos atrás. Em relação à raça, o número de candidatos negros (pretos e pardos) superou o número de brancos pela terceira eleição seguida, considerando o pleito federal de 2022.

No entanto, o estado civil fica com 50% são casados, 38% são solteiros; 9% divorciados, 2% viúvos e 1% separados judicialmente.

Os candidatos estão na faixa etária entre 45 e 49 anos (1.818), 36,56% declararam ter Ensino Superior completo e 33,27% Superior incompleto – 2% se diz analfabetos. As eleições deste ano, também marcam a primeira vez que os candidatos puderam adicionar sua orientação sexual ao perfil de candidatura.

De acordo com o TSE, 55,10% preferiu não divulgar. Dos 44,90% que divulgaram, cerca de 98,9% se declarou heterossexual, enquanto os outros 1% se dividiu entre gays (22), lésbicas (12), bissexuais (10), assexuais (3), pansexuais (1) e pessoas que não informaram (5).

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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