CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Tribuna Livre discute “Bolsa solidaria e o combate à pobreza menstrual”

Dejenana Keila Oliveira Campos explanou e pediu a colaboração dos parlamentares à “Bolsa solidaria e o combate à pobreza menstrual

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Política

Assessoria Parlamentar
A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da Tribuna Livre recebeu a professora Dejenana Keila Oliveira Campos e falou sobre ‘Bolsa Solidária à Pobreza Mestrual’, a segunda foi à enfermeira, Merielly Nantes, que explicou sobre uso de laserterapia no tratamento de lesões crônicas e usando o artigo 125, Juliana Maria Silva Fortes, mãe de uma criança autista.
A primeira Tribuna foi à professora efetiva do Instituto Federal de Mato Grosso, docente do IFMT Campus Cuiabá e coordenadora do projeto bolsa solidaria desde 03/2019,  Dejenana Keila Oliveira Campos explanou e pediu a colaboração dos parlamentares à “Bolsa solidaria e o combate à pobreza menstrual, entenda essa causa! Queremos mudar essa realidade! Dignidade e equidade menstrual para todas as meninas, mulheres e pessoas menstruantes!”.
A professora participou a convite da vereadora Edna Sampaio (PT).
A enfermeira da Capital, Merielly Nantes falou sobre ampliação dos ambulatórios e implantação do uso de laserterapia no tratamento de lesões crônicas, ela foi indicação da vereadora Maysa Leão (Republicanos).
A última a usar a Tribuna Livre foi à mãe de uma criança autista, Juliana Maria Silva Fortes, que pediu aos demais vereadores que aprovassem o Projeto de Lei Autoriza que autoriza a circulação de veículo particular transportando pessoas com transtorno do espectro autista nas faixas exclusivas de ônibus no município de Cuiabá, do vereador Sargento Vidal (MDB), o qual a convidou para participar da Tribuna.

Câmara Municipal de Cuiabá

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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