ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MT

Três blocos foram apresentados visando a composição das comissões permanentes

Sob novas regras regimentais, nenhuma poderá ser presidida pelo parlamentar indicado à liderança do Poder Executivo na Casa

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Política

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Após uma das mais tranquilas e consensuais eleições para a composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – e a respectiva posse dos parlamentares Eduardo Botelho (União Brasil, presidente), Janaina Riva (MDB, 1ª vice-presidente), Wilson Santos (PSD, 2º vice-presidente), Max Russi (PSB, primeiro -secretário), Waldir Barranco (PT, segundo secretário), Gilberto Cattani (PL, terceiro secretário) e Valmir Moreto (Republicanos, quarto secretário) -, já de imediato tiveram início as primeiras articulações visando a composição das comissões permanentes da Casa.

Com a finalidade da indicação futura dos parlamentares que irão integrar as comissões, foram anunciados três blocos: “Experiência e Trabalho” (PT-PSD-Republicanos); “Movimento Democrático Brasileiro” (MDB) e “Direita Democrática” (Cidadania-PL-PTB) – respectivamente sob a liderança do deputado Wilson Santos (PSD), deputada Janaína Riva (MDB) e deputado Elizeu Nascimento (PL).

NOVAS REGRAS – No final do ano passado, o plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em segunda votação, o Projeto de Resolução n. 900/2022 – proposto pela Mesa Diretora -, que altera o Regimento Interno da Casa e resultará em significativas mudanças políticas já em 2023 – a partir desta 20ª Legislatura -, em especial no que tange à relação institucional com o Executivo estadual.

O próximo parlamentar indicado à liderança daquele Poder, conforme o texto legal, estará impedido de concomitantemente exercer a presidência de qualquer das comissões permanentes do Legislativo.

Na prática, a mudança reflete o aprimoramento do princípio constitucional da representatividade democrática e previne eventual conflito de interesses ao parlamentar no duplo exercício de função afastado por meio da justa restrição imposta pela alteração ao Regimento Interno do Poder Legislativo.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da ALMT

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Dia Nacional do Livro convida reflexões sobre o incentivo à leitura

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Por Priscila Mendes

Uma viagem filosófica pelo espaço, que reflete sobre o apego material como “princípio do fim”. A canção “Busca Vida”, da banda Os Paralamas do Sucesso, composta por Herbert Vianna em 1996, lembra o clássico livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.

Misturar música e literatura, assim como mesclar outras artes é comum. Em “Amor, I Love You”, de Marisa Monte, um fragmento do romance “O Primo Basílio”, do escritor português Eça de Queiroz em 1878, ficou famoso pela narração de Arnaldo Antunes.

Para marcar o Dia Nacional do Livro, instituído pela Lei Federal número 5.191 de 1966, a Rádio Assembleia conversou com fazedores de literatura em Mato Grosso.

A data celebra a criação da primeira biblioteca brasileira — a Real Biblioteca, criada em 29 de outubro de 1810, quando o acervo da Real Biblioteca Portuguesa foi transferido para o Rio de Janeiro, então capital do país, por decreto de Dom João VI. Após a Proclamação da República, em 1889, o espaço cultural passou a ser chamado de Biblioteca Nacional.

A atriz, escritora e narradora de histórias Alicce Oliveira bem sabe misturar expressões artísticas para prender a atenção dos ouvintes.

Com técnicas teatrais, canto, sonoridades, ela conta histórias que valorizam as culturas, por meio de lendas e memórias muitas vezes esquecidas.

Incentivar o interesse pela leitura é um dos objetivos do Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca de Mato Grosso, instituído em 2022, por meio da lei 1.820, aprovada aqui na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

No entanto, o Plano ainda demanda de implementação. Maria Teresa Carracedo, editora da Entrelinhas, reflete sobre tal demanda para o mercado editorial de Mato Grosso.

De toda maneira, um ponto é consenso entre todos os fazedores de literatura do Estado: é necessário incentivar a produção mato-grossense. Lorenzo Falcão, jornalista, escritor e um dos membros da Academia Mato-grossense de Letras, destaca:

Então, se a proposta é incentivar a literatura do Estado, que dialoga também com outras artes, vamos encerrar essa reportagem com um trecho da poesia “Enluarados”, de Luciene Carvalho, presidenta da Academia Mato-grossense de Letras. A obra compõe o CD Centelha, musicado por Ebinho Cardoso.

Confira matéria completa no áudio acima.

Fonte: ALMT – MT



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