“Tudo de novo”
“Trampolim”: Disputa para Assembleia fomenta eleição 2024
Degrau é assim chamado aqueles utilizados para fomentar o nome alheio.
Política
Para quem está apenas de olhos atentos nas disputas eleitorais deste ano, é melhor ampliar os horizontes, e analisar os minuciosos passos daqueles que trabalham com objetivos a médio e longo prazo, já que 2024 pode parecer distante à uns, mas está bem pertinho para outros.
Mesmo que seja de forma discreta, secreta, indireta ou induzida, muitas ações no decorrer desta eleição, já estão remetendo para as próximas disputas. É correto afirmar que chegou o momento do final de uma era, para determinados agentes públicos, seja aos que fizeram carreira política, como também, para aqueles que há muito tempo veem tentando e até o momento, não conseguiram ultrapassar o papel de coadjuvante.
Porém, o chamado trampolim, degrau, ferramenta de manobra, entre outros adjetivos para aquilo que está sendo apenas usado, não é mais tão discreto quanto se imaginava, porque tem muita gente reparando que em reuniões de campanha do “Chico”, a maior fala é de “Tereza” ou de “Tião”, mas porque, se eles não são os candidatos.
Neste pleito, não são, mas quem sabe no futuro mais próximo, em 2024 já tem as eleições municipais, em Cuiabá, por exemplo, Emanuel Pinheiro não poderá concorrer, já foi reeleito, quem será o representante do grupo? Em Várzea Grande com Kalil Baracat, que foi eleito no último pleito, poderá concorrer à reeleição, mas para isso, segundo informações de fontes ligadas aos bastidores, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, um “grito de independência’ terá que ser dado. Em Rondonópolis, depois de dois mantatos conturbados, a oposição começa a ganhar corpo, fomentando o desenvolvimento de novas lideranças.
“Assim, as ações seguem nos municípios, muitos estão agindo de forma implícita ou explícita, de olho na Prefeitura de suas cidades”.
Como diz o linguajar popular: “antes doido que iludido”, ou “é melhor abrir o remelento”, muitos incentivos na verdade estão levando para o caminho da fogueira, na frase: “nós vamos ganhar”, a realidade dos fatos será revelada logo depois das eleições, ainda mais confirmando a derrota programada, com um “presente de grego” no Natal, cobrando as dívidas, com apetite voraz de uma “Ariranha do Pantanal”.
Assim, começa o enfraquecimento, em algumas situações até a aniquilação, daquele que poderia formar um grupo de oposição, para disputar a eleição municipal. Devendo até o “cabelo da cabeça”, e sem crédito na praça, a reestruturação de uma figura política leva bem mais que dois anos, ou seja, menos um, e segue o fluxo para aqueles que estão trabalhando hoje, de olho no futuro.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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