Recuperação Shopping Popular

Todos querem ajudar, mas, é necessário a transparência; Misael precisa abrir caixa da associação

É de extrema importância perante aos lojistas, a sociedade e ao próprio poder público, que se revele quanto dinheiro a entidade tem em caixa

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Política

Foto Reprodução Fernando Rodrigues

Atualizada às 10h55 – Nesse momento de imensa tristeza e solidariedade para com os comerciantes que perderam tudo nesse trágico incêndio que ocorreu nas primeiras horas da madrugada da última segunda-feira (15), que destruiu totalmente as instalações do prédio onde funcionava o Shopping Popular em Cuiabá, todos, urgentemente, se mostraram prontos a ajudarem nesse triste momento.

Do governador em exercício Otaviano Pivetta, presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, passando pelo prefeito Emanuel Pinheiro, bancada do congresso nacional (deputados e senadores), vereadores, AMM e outras instituições públicas, e algumas instituições privadas, já se prontificaram a fazer o que for preciso para ajudar na reconstrução desse tradicional empreendimento comercial de Cuiabá.

Só que nesse momento de extrema dificuldade, de mobilização da sociedade e de uma verdadeira corrente de solidariedade, que está se formando para ajudar esses empreendedores que perderam tudo, é de extrema urgência que as cosas sejam feitas da forma mais clara e aberta possível.

Seria de extrema importância perante a sociedade e ao próprio poder público que se empenharam em ajudar os lojistas, que se demonstre a necessária transparência nesse tipo de ação e revelar quanto dinheiro a entidade tem em caixa. Conforme informações apuradas, a arrecadação da associação gira em torno de R$ 2 mil por mês sobre cada lojista. Em apenas um ano, com mais de 600 lojistas, a média de arrecadação supera a marca de R$ 14 milhões.

É importante que o presidente da Associação dos Lojistas do Shopping Popular, ex-vereador Misael Galvão, apresente as contas da associação, afinal, esse dinheiro pode fazer a diferença para ajuda imediatamente às famílias dos comerciantes que perderam tudo nesse trágico incêndio.

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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