veja quem vai ascender

TJMT empossará novo desembargador ainda em 2024 com aposentadoria de Sakamoto

O desembargador completará 75 anos, a idade que marca o limite para a permanência no cargo,

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Foto: Foto: TJMT

O desembargador Pedro Sakamoto completará 75 anos no próximo dia 3 de novembro, idade que marca o limite para a permanência no cargo, o que resultará na abertura de uma vaga no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A vaga será preenchida com base no critério de antiguidade. De acordo com informações preliminares, a atual presidente da Corte, Clarice Claudino, tem a intenção de promover o juiz mais antigo do TJMT para o cargo de desembargador.

O titular da 1ª Vara Especializada em Direito Bancário de Cuiabá, Paulo Sérgio Carreira de Souza, é atualmente o juiz mais antigo em atividade no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A menos que haja interesse em disputar a vaga por meio do critério de merecimento, ele deverá ser o novo desembargador da Corte.

Segundo informações preliminares, a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino, tem a intenção de promover Paulo Sérgio ainda este ano, durante sua gestão. No entanto, a data para a posse e o preenchimento da vaga ainda não foi definida.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em outubro de 2023, ampliou o número de desembargadores e promoveu a ascensão de juízes ao cargo de desembargador pelo critério de antiguidade. Graciema Ribeiro de Caravellas, que se aposentou recentemente, deixou a vaga para Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo, Sebastião Arruda e Jorge Luiz Tadeu Rodrigues. Paulo Sérgio Carreira de Souza, que é o quinto juiz mais antigo, ficou de fora dessa promoção, mas agora tudo indica que ele preencherá a vaga deixada por Pedro Sakamoto.

Além das promoções por antiguidade, o TJMT também empossou juízes pelo critério de merecimento: Rodrigo Curvo, com 25 votos; Luiz Octávio Sabóia Ribeiro, com 18 votos; Lídio Modesto, com 16 votos; e José Luis Lindote, com 15 votos. Pelo critério do quinto constitucional, ascenderam ao cargo de desembargador o advogado Hélio Nishiyama e o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes.

Atualmente, o TJMT conta com 38 desembargadores, e nove deles devem se aposentar até 2026, conforme o limite de 75 anos estabelecido pela Constituição Federal para a inatividade no cargo. Desses nove, três ingressaram na Corte pelo quinto constitucional, ou seja, são provenientes do Ministério Público ou da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O desembargador Paulo da Cunha, que veio do Ministério Público do Estado, já se aposentou, e em sua vaga foi nomeado o promotor Wesley Sanchez, escolhido pelo governador Mauro Mendes na semana passada. Também do Ministério Público, Guimar Teodoro Borges deve se desligar da Corte em abril de 2025, enquanto Luiz Ferreira da Silva, oriundo da OAB, deve se aposentar em junho de 2025.

No entanto, além desses, outros desembargadores com previsão de aposentadoria incluem: Pedro Sakamoto (novembro de 2024), Rondon Bassil Filho (fevereiro de 2025), Maria Aparecida Ribeiro (maio de 2025 – merecimento), Sebastião Moraes Filho (novembro de 2025 – vaga na magistratura), Sebastião Barbosa Farias (dezembro de 2025), Maria Erotides Kneip (junho de 2026) e Juvenal Pereira da Silva (julho de 2026).

Vale ressaltar que a idade limite de 75 anos para aposentadoria foi estabelecida por uma lei complementar, substituindo a regra anterior, que definia a idade máxima de aposentadoria como 70 anos, conforme a Constituição Federal até 3 de dezembro de 2015.

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Saiba como acompanhar a atuação dos deputados e apresentar suas demandas à ALMT

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A participação do cidadão na política não deve terminar quando as eleições acabam. Acompanhar o trabalho dos representantes eleitos durante os quatro anos de mandato parlamentar também faz parte da democracia. Saber o que um deputado estadual pode e não pode fazer, como ele vota projetos de interesse da sociedade e conhecer a atuação dele nos debates sobre assuntos que afetam a vida do povo são alguns dos meios de participar ativamente do processo democrático.

Para que a população possa se informar, cobrar e participar diretamente das decisões políticas no estado, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) disponibiliza diversos canais oficiais. Site, redes sociais, rádio e televisão reforçam o atual sistema de comunicação pública da instituição, que tem como foco o engajamento do cidadão no acompanhamento dos trabalhos e nos debates parlamentares.

Além de notícias sobre o dia a dia do Parlamento estadual, pelo portal institucional é possível ter acesso a serviços e a informações sobre projetos em tramitação e legislação, publicações do Diário Oficial Eletrônico, Portal Transparência e setores internos, como a Ouvidoria-Geral. No menu Parlamento, ficam disponíveis documentos parlamentares, as pautas de discussão e atas das sessões plenárias e dados sobre as comissões permanentes, câmaras setoriais temáticas e frentes parlamentares.

Para o consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, os meios de comunicação oficiais atualmente disponíveis são a melhor forma de a população se informar e participar das atividades legislativas.

“O melhor meio de acompanhar os trabalhos do parlamentar é pela rede de comunicação da Casa, que tem um cardápio fantástico no site, na TV Assembleia, na Rádio Assembleia e nas redes sociais, onde o cidadão pode seguir o trabalho e cobrar diretamente o deputado”, ressalta.

Com relação ao site, Barros destaca a área da Secretaria de Serviços Legislativos, que reúne todas as informações e documentos sobre o processo legislativo. Por essa ferramenta, é possível conhecer e entender a organização e o funcionamento do Parlamento estadual. Propostas, leis, atas de audiências públicas e de sessões plenárias e publicações como o Guia do Processo Legislativo e o Glossário Legislativo são alguns dos itens que podem ser acessados pelo público.

Outra importante forma de participação popular é acompanhar presencialmente a rotina de trabalho dos deputados. Todas as reuniões de comissões (inclusive CPI), câmaras temáticas, frentes parlamentares e sessões são abertas ao público na sede do Parlamento estadual, em Cuiabá, com datas e horários divulgados previamente na Agenda da ALMT. Muitas sessões e audiências públicas são levadas também para os municípios do interior, geralmente para discutir assuntos que afetam diretamente a comunidade local.

Segundo Barros, entre outros eventos que envolvem diretamente o povo, a audiência pública é muito importante para a população expor aos deputados a sua vontade, o que ela pensa sobre determinado tema.

“A ALMT realiza centenas de audiências públicas por ano, pelas comissões, muitas delas diretamente nos municípios. É a oportunidade de a população se manifestar e apresentar aos seus representantes as suas vontades, os seus problemas, o que ela deseja para melhorar, o que está acontecendo de bom ou ruim. É o momento em que a sociedade pode chegar próximo de seus representantes para esclarecer algumas situações e, de certa maneira, até interferir no processo legislativo”, afirma.

De acordo com o consultor, muitas boas ideias que levam a modificação nas leis surgem desse contato próximo entre o cidadão e seu representante. O parlamentar, segundo ele, pode fazer a conexão entre a vontade popular e a técnica legislativa.

“Parlamentar é um cidadão como qualquer um de nós, que é pinçado da sociedade por meio do voto e vai ter a dedicação exclusiva durante quatro anos para poder se debruçar sobre vários temas que o cidadão, por conta do trabalho e de outras funções, não consegue. A democracia representativa é isso, ter essa dedicação para ouvir os técnicos, o governo, o setor empresarial, os trabalhadores, os servidores públicos, e formar um convencimento. O parlamentar é um cidadão como qualquer um de nós, que foi eleito para ter essa missão e durante quatro anos poder representar a todos”, conclui Barros.

Fonte: ALMT – MT



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