ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
“Temos um governador de peso em MT; o pronto-auxílio aos municípios é prova disso”, afirma Botelho
Eduardo Botelho (UB), parabenizou o socorro emergencial do Governo do Estado às vítimas dos últimos alagamentos registrados em regiões distintas de MT
Política
Sem rodeios, o presidente da AL, Eduardo Botelho (União Brasil), destacou a importância das ações solidárias do governo estadual em prol das famílias atingidas pelas enchentes nos últimos dias. Para Botelho, mais uma vez ficou evidente a força dinâmica e sensível do trabalho que Mendes empreende à frente do Estado, visto que sua administração abrange todas as áreas.
“Desde que ele [Mauro Mendes] assumiu o comando do governo, determinando medidas enérgicas de contenção de despesas – o que foi apoiado 100% pela AL -, sabíamos que Mato Grosso tinha eleito um excelente gestor.
Botelho afirmou que, na qualidade de parceira contumaz do governo em ações que reflitam soluções ao Estado e a seus habitantes, desde o primeiro mandado do governador ele testemunha seu empenho em fazer o melhor.
“Administrar é seu forte, isso é inegável. Basta contabilizar a quantidade de escolas, hospitais que foram reformados ou construídos durante sua gestão, para termos convicção de que dispomos de um governador voltado a tocar Mato Grosso para o futuro. Mês a mês, Mauro empreende algum setor público, fortalecendo as hastes governamentais na capital e interior afora. Sem falar na quantidade de estradas asfaltadas, pontes construídas, forças de segurança e no saneamento básico, em geral”
Essas medidas de amparo emergencial significam lenitivo às famílias que foram afetadas e perderam casas e pertences, resumiu.

Foto: Reprodução/omatogrosso.com
Segundo o titular da Casa Civil, secretário-chefe Fábio Garcia, foi preciso empenho geral do governo para que as soluções acontecessem em tempo recorde, minimizando os impactos sofridos pelos municípios atingidos pelas enchentes.

SECOM/MT
Conforme Garcia, foi feito levantamento técnico e social em todos os municípios listados, e, a partir daí, houve reuniões com os gestores locais para ultimar as ações cabíveis em cada caso.
Alguns pontos emergenciais já foram atendidos pelo governo estadual nesses municípios, enquanto outros (reconstrução de casas e pontes) acontecerão em datas já programadas pelas equipes de engenharia. O objetivo é de que a normalidade seja restabelecida o quanto antes.
Os prefeitos destacaram que essas ações são fundamentais para ajudar as famílias a se reerguerem. Reiteraram que o sentimento do município é de ter recebido forte e confiável abraço governamental. “A assistência do Estado acontece diuturnamente às famílias afetadas pelos alagamentos. Cabe apenas agradecer”, resumiu o prefeito Mauto Espíndola, de Rio Branco.
Além das obras de reconstrução, a população vem sendo assistida com cestas básicas, caixas d’água e produtos de higiene.
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A posse da nova mesa diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso está marcada para o dia 3 de fevereiro. O biênio 2025/2027 será comandado pelo deputado Max Russi. O deputado Júlio Campos será o primeiro vice-presidente e o deputado Dr. João o primeiro-secretário, que é quem administra o Parlamento Estadual.
Política
Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.
O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.
A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.
Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.
Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.
A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.
Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Critérios para concessão também foram questionados
Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.
Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.
Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.
Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.
A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.
Câmara poderá derrubar veto
Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.
O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.
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